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19.10.10

A Lisboa que eu amo (9).

Continuação.

A Igreja de S. Domingos.

Depois de ter bebido as minhas duas ginjas fui visitar, também já não o fazia há muito, outra das preciosidades da capital, a Igreja de S. Domingos.

É mais uma das igrejas que por fora passa quase desapercebida, mas que por dentro é lindíssima e imponente.

Foi construída no século XIII em Lisboa, tendo a sua primeira pedra sido lançada em 1241. É barroca, de planta em cruz latina, tem uma fachada muito simples e o interior, mesmo depois do terramoto e do fogo, evidencia ainda grande beleza e ecletismo. É uma igreja de uma só nave, majestosa. A sacristia e a portaria ainda mostram um pouco de sabor maneirista, denotando as várias campanhas de obras de que foi alvo na sua história. O mesmo estilo pode ser visto nos túmulos e lambris de azulejos de ponta de diamante na sacristia. Esta igreja tem ainda uma cripta abobadada e dotada de lambris de azulejos, onde está o túmulo de D. João de Castro, capelão de D. João.

A Lisboa que eu amo (8)

Continuação.

Comércio Local na Baixa (2)


Belas Ginjas!

Na esquina do Pinóquio, onde também ainda está o velhinho quiosque da ABEP, hesitei. A dúvida passava por ir para o Rossio e visitar a remodelada estação com o mesmo nome, ou se ir pela Rua do Coliseu. Lembrei-me da ginjinha e a dúvida dissipou-se de imediato.

Pus-me mais uma vez a caminho com um objectivo bem definido. Passei por todos aquelas cervejarias e restaurantes da Rua da Portas de Santo Antão, na Casa do Alentejo, no Coliseu, na porta do famoso Gamberinus (croquetes e pregos recomendam-se) e finalmente cheguei à zona da Ginja.

Primeiro foi um copo no Eduardino depois outro no José Manuel Cima, Lda (Espinheira), onde ao lado ainda está como se pode ver na foto a Chapelaria Azevedo Rua, fundada em 1886.

A Lisboa que eu amo (7)

continuação.


O Comércio Tradicional na Baixa (1).

Por fim, chegado aos Restauradores e já perto do local de partida, o Martim Moniz, onde tinha o carro estacionado lembrei-me de ir visitar algumas das lojas tradicionais do comércio lisboeta.

Uma estava vazia, noutros tempos foi uma famosa geladaria, a Veneziana; outra tinha sido transformada (O Pinóquio), era uma loja de brinquedos à qual muitos da minha geração quando eram crianças iam tirar uma foto com o Pai Natal, agora é uma cervejaria e pelo nome, vá lá saber-se porquê, pensei lá ver o primeiro Ministro a almoçar (lembrei-me outra vez do orçamento); as outras, mais ou menos renovadas, continuavam com um enorme movimento.

A Veneziana
(Geladaria)



PINÓQUIO
(Cervejaria)

18.10.10

Grafites - Assim sim.





A Lisboa que eu amo (6)


Continuação.

Elevador da Glória e Exposição de Grafites.



Depois de almoçar de almoçar um belíssimo cachorro (com tudo a que tinha direito) e com uma vista deslumbrante à minha frente, tinha chegado a hora de fazer a segunda parte do roteiro.

Se de manhã tinha subido pelo Elevador de Santa Justa, julguei que não seria pior ideia, agora descer pelo tradicional Elevador da Glória, uma vez que há muitos que não fazia e que o mesmo está situado junto do Jardim de São Pedro de Alcântara.
Porque faltava um pouco para partir e porque sentia a barriga cheia, resolvi descer até aos Restauradores pelos meus próprios pés pelo percurso do Elevador.

Em boa hora o fiz, uma vez que ali se encontra uma exposição de Arte Urbana, mais propriamente de grafites.

Eu que detesto graffitis em locais proibidos, como fachadas de edifícios e no próprio Elevador, sou mesmo da opinião que os autores dessas selvajarias deveriam ser severamente castigados, sou um admirador destas pinturas (tenho duas no interior de minha casa) desde que em locais próprios e feitos deforma ordenada.

Enquanto estava a ver estas peças com a dimensão de 8 x 3 metros, passaram os elevadores (um para baixo e outro para cima) e foi interessante de ver como uma obra de arte tradicional e uma moderna ficavam tão bem enquadradas, uma ao lado da outra.





Nota:
Por coincidência descobri algo que não sabia, o Engenheiro responsável por este Elevador (Glória), foi o mesmo que fez o de Santa Justa, Raul Mesnier du Ponsard.
Ao chegar a casa fui consultar as obra que ele tinha feito e fiquei a saber que este Engenheiro português tinha construído uma série de elevadores e funiculares por todo o país e no estrangeiro.

13.8.10

A Fauna.

A pedra que vai cair.


No alto desta montanha, na Serra da Estrela, mesmo por cima da nascente do Rio Zêzere, vê-se a "Pedra Que Vai Cair". Todos os anos, dezenas ou centenas de pessoas sobem a pé esta serra para empurrar a dita da pedra, há dias conheci um senhor com quase 80 anos que me disse:

"Já lá vou desde pequeno e ainda hei-de lá voltar pelo menos mais uma vez."

Há pedras assim, parecem que estão quase a cair, mas inesperadamente vão-se aguentado ao longo dos anos.

20.7.10

Vale de Manteigas - Lá em baixo (1).



Figura 1.
(Queda de água)



Figura 2
(Um poços de água fria, limpa e transparente)


Figura 3

(Poço com 3 mt. de profundidade)


Figura 4
(Luminosidade ao fim do dia)

19.7.10

Tesouros de Portugal – Vale de Manteigas.



É a montante deste vale glaciar, mais propriamente debaixo do Cântaro Magro, que nasce o Rio Zêzere.

E é precisamente serpenteando pelo Vale de Manteigas abaixo, no meio de uma paisagem paradisíaca que muita da água, a qual sai daqui fria e transparente, percorre os primeiros metros da sua longa viagem até Lisboa.

Os momentos que aqui se passam e os banhos que aqui se tomam são fantásticos e em Lisboa, onde vai desaguar, é difícil imaginar donde vem.