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20.1.11

Escola Barbosa du Bocage “esteve” no Informalidades.

1 - Que os problemas estruturais derivados da reabilitação que foi feita nesta escola há pouco mais de um ano são enormes, já eu sabia.

2 - Que representam um elevado perigo para as crianças, também tenho conhecimento e já o denunciei.

3 - Que a Directora da escola não tem capacidade para resolver os problemas e por tanto também ela é um enorme problema, também já tinha percebido.

Não tinha percebido, é que o Presidente da Junta de Freguesia da Póvoa de Santo Adrião, Rogério Breia, também tinha esta percepção. Não o tinha percebido, porque nunca o vi fazer uma intervenção na Assembleia Municipal a este respeito, nem mesmo, quando eu confrontei o executivo com estas questões e já o fim por diversas vezes.

12.10.10

Olhem só esta aula!


Duas professoras (Ministras) a ensinarem na escola a cartilha socialista, como estavam a falar com crianças, não se esqueceram do papão. Sé se esqueceram de concretizar, dizendo o nome dos outros países e como é que lá se vive.

Aqui em Odivelas também já ouvi alguém, por acaso (?) também socialista e com responsabilidade politica, afirmar que os professores tiveram muita influencia na sua opção politica ou partidária e que lhes estava muito grata por isso.


22.9.10

Odivelas voltou à TV.

Mais uma vez Odivelas aparece nos noticiários nacionais, desta feita na TVI e por um mau motivo, a falta de alimentação de uma escola na pontinha. Ora Veja!

16.9.10

Informalidades de ontem – Os Assuntos.


Ontem houve mais uma sessão da Tertúlia Informalidades.

Para além de ter destacado o lugar de relevo que já tem no Concelho o Festival da Sopa que se realiza anualmente em Caneças, qual demonstra que em Odivelas quando se quer, sabe-se fazer, peguei em mais dois assuntos que me parecem importantes:

1 - A grave crise que atravessa o comércio na freguesia do Olival Basto (post relacionado).



2 - O facto das obras há muito reclamadas na Escola Barbosa du Bucage (Póvoa de St.º Adrião), terem começado há pouco tempo e por isso estarem a ser realizadas, sem qualquer justificação, em pleno período escolar. Esperemos que pelo menos estas obras eliminem de vez os imensos perigos que lá existem para a integridade física dos alunos (post relacionado).


20.8.10

Ainda a educação.


A propósito das noticias e dos comentários que têm vindo a público nos últimos dias e não obstante o gravíssimo facto de virem a ser encerradas mais de 700 escolas, com consequencias nefastas, conforme a Madalena Varela refere e bem no seu post, este, (Alunos são "cada vez mais fracos", avisam os docentes), é para mim um dos maiores problemas. É que por um lado estamos a hipotecar o futuro de uma ou mais gerações e por outro, estamos a atirar para o lixo, todos os anos, o investimento de milhões e milhões de euros, os quais são fruto do esforço e do trabalho de "todos" os portugueses.

Para quê? Para mostrar dados estatísticos muito bonitos?


17.5.10

O alto grau de exigência do ensino Português.


Alexandre Homem Cristo colocou um post, no Cachimbo de Magritte, onde se pode ver algumas questões que foram colocadas nas provas de aferição de Matemática (2010) do 6º ano. Elucidativo.

25.3.10

Odivelas - Obras mal executadas.


Paulo Aido, vereador sem pelouro, eleito pela Coligação, ontem em Reunião de Câmara voltou a falar de obras mal executadas pela Câmara Municipal, para ilustra o assunto pegou em dois casos muito falados aqui no blogue, ora veja:

"Obras mal executadas.

Também abordou as obras públicas executadas com erros e omissões. Para o Vereador Paulo Aido torna-se necessário saber quem fiscaliza, que capacidade técnica possuem os fiscais, quem aceita a obra como executada e pressupostamente bem executada para dar provimento ao pagamento. O Vereador Paulo Aido recordou 2 escolas novas onde os defeitos de construção ainda não foram reparados ou sequer minorados.

A nova Escola EB 1 JI da Arroja, onde persistem:
· Uma varanda coberta utilizada por crianças entre os 3 e os 6 anos sem qualquer protecção que evite uma queda que pode ter mais de 2,5 metros de altura;
· Postes de iluminação com parafusos invertidos ao nível do solo;
· Portões sem fechaduras fechados com correntes durante o funcionamento normal da escola, colocando em causa as mais elementares regras de segurança.

A Escola EB 1 JI Barbosa do Bocage na Póvoa de Stº Adrião que apresenta:
· Alpendres abaixo das janelas das salas de aula do 1º anda;
· Muros com um dos lados a mais de 2,5 metros do solo;
· Zonas de relva ou jardim em terra batida e cheios de pedras que são utilizadas pelas crianças para arremesso;
· Dois auxiliares para tomar conta de mais de 75 crianças;
· Um ginásio que serve de refeitório, ou melhor um refeitório que se monta e desmonta todos os dias no ginásio;
· Uma casa de banho com sanitários e urinóis colocados como numa casa de banho para adultos."

13.3.10

Odivelas - Informalidades de ontem.

SMAS , a incapacidade do P.S. e de Susana Amador para resolver este problema, o qual seca mais vezes do que o desejável as torneiras dos odivelenses, com todos os inconvenientes associados, foi o primeiro tema falado.

A educação, a falta de qualidade dos projectos e da fiscalização das obras deste executivo, foi o assunto que levantei, perguntando quem é que assume estas responsabilidades que tantos prejuízos causam.

O PEC terminou a tertúlia, pois o único crescimento que se vê a quebra do poder de compra e do nível de vida da classe média.

12.3.10

“Violência, Agressões e Indisciplina na Escola” - CDS vai agendar debate de urgência na A.R.

BULLYING: Suspensão imediata de alunos não chega.

"A deputada do CDS-PP Teresa Caeiro considerou esta quinta-feira que o reforço dos poderes dos diretores das escolas anunciado pelo Governo “vem tarde” e não é suficiente para encarar o problema da violência nas escolas."

11.3.10

JI/EB1 Barbosa du Bocage (Póvoa) - O que pretendem os pais:

- Falta de auxiliares de acção educativa: no inicio do ano lectivo contava a escola, com uma população de 286 alunos do primeiro ciclo e 75 do pré-escolar, com 10 auxiliares de acção educativa; destas, 3 estavam destinadas ao pré-escolar, 2 ao ensino estruturado e 5 aos restantes alunos; destas 5 uma é invisual com as limitações inerentes, sobretudo quando se trata de um novo espaço físico. Tendo este número sido considerado insuficiente e após muita insistência da APEL, foi contratada 1 auxiliar. O contrato terminou em Dezembro e, ao contrário das nossas expectativas, uma vez que a gestão deste pessoal ficou a cargo da CMO a partir de Janeiro, não foi renovado o contrato ou efectuados outros. Chegámos já ao cúmulo de atrasar a ida ao hospital de crianças acidentadas (tendo que esperar pelo encarregado de educação) por não haver uma auxiliar que a acompanhasse.

- Horário insuficiente da psicóloga: existem várias crianças com necessidades urgentes de acompanhamento da psicóloga, devidamente sinalizadas pelos professores e educadores mas que não têm vaga no reduzido horário da mesma.

- Existência de turmas em horário duplo: a sobrelotação da escola tem vindo a tornar-se evidente; não existem espaços disponíveis para ATL, AEC, apoio ao estudo ou qualquer actividade extra. São utilizadas para estas actividades a sala da Associação de Pais, a sala dos professores, a sala da coordenadora, a biblioteca e, por vezes, até a arrecadação; as crianças vão à vez à casa de banho, durante os intervalos, para não importunarem as aulas que decorrem. Esta situação não é digna!

- Falta de “telheiro”: como todos sabemos este tem sido um inverno muito rigoroso e, com a existência de turmas em horário duplo, as crianças vêm-se obrigadas a permanecerem nas salas de aula durante os intervalos ou, em alternativa, à chuva e ao frio. A CMO comprometeu-se a iniciar a construção do telheiro na interrupção lectiva da Páscoa, a nosso ver demasiado tarde, não tendo apresentado solução imediata e provisória, submetendo as crianças a uma situação inadmissível. Aguardamos com expectativa as férias da Páscoa!

- Existência de muros excessivamente altos: esta é uma questão que muito preocupa os pais uma vez que esteve já na origem de alguns acidentes, alguns com gravidade. Solicitámos a resolução urgente deste problema. Nada, até ao momento.

- Espaço comum para ginásio e refeitório: diariamente é necessário montar e desmontar as mesas do refeitório para permitir a sua utilização para a educação física; esta é uma tarefa árdua, sobretudo se tivermos em conta a insuficiência de funcionários.

- Falta de sinalização e de espaço de paragem de transporte de crianças: esta foi a única questão que verificamos ter tido intervenção mas, mesmo assim de forma insuficiente: colocou-se sinalização de proximidade de escola e uma passadeira, mas mantêm-se o problema do estacionamento do transporte de crianças o que tem provocado o caos e situações de perigo, até porque se trata de uma rua estreita, com dois sentidos de trânsito. É uma situação de fácil resolução cujo atraso só se pode interpretar como falta de interesse e preocupação por parte das entidades competentes.

10.3.10

Odivelas e Educação (5) – Por coincidência um acidente.


Tinha prometido aos pais da escola Barbosa du Bocage que quando houvesse um dia de sol faria uma nova visita à escola para ver as crianças brincar no recreio e as acrobacias que se viam em cima dos muros do recinto.

Ontem a chuva deu uma trégua e lá fui eu. Passados que eram cinco ou dez minutos da minha chegada tocou para o intervalo, eu estava no interior do edifício, esperei que todos saíssem e depois dirigi-me para o pátio exterior. Quando cheguei à rua havia crianças com um ar feliz, a correr, a saltar e a brincar em todos os lados, dei uma primeira olhadela, eram muitos!

Tentei ver se havia algumas crianças, tal como me tinham dito, com queda para a acrobacia, a brincar em cima daqueles muros tão perigosos, à primeira vista não vi nem um! Passados uns segundos da minha primeira olhadela, dirigi o meu olhar para o edifício escolar a ver se uma das mães com quem eu tinha combinado chegava e, … eis que vejo o primeiro acrobata. Tentava subir de um dos muros para o telheiro, esteve um ou dois minutos a tentar, mas não conseguiu e desistiu.

A tal mãe continuava a não aparecer, fiz um compasso de espera, olhei para o meu lado direito, num dos recantos dos muros estava uma grande poça de água toda enlameada, à volta dela três ou quatro crianças (5-6 anos) entretinham-se a atirar um pedregulho (2-3 kg) para a poça com o objectivo de a fazer transbordar e de salpicar ou outros. Pareceu-me que a brincadeira era perigosa, não por ficarem todos sujos e/ou molhados, mas porque que a pedra que era grande e a pouca distancia, num nível mais abaixo, passavam outras crianças, com alguma facilidade a pedra podia ir parar em cima de alguma cabeça. Fui chamar uma auxiliar e a brincadeira acabou.

Finalmente chegou uma das mães, já o intervalo ia com uns cinco minutos, tempo suficiente para que os acrobatas tivessem “aquecido” e entrassem em acção. Cumprimentei-a, troquei umas palavras de ocasião e voltei a dar, agora em conjunto com a senhora, uma segunda olhadela. Agora sim, as miúdas felizes faziam dos muros, verdadeiras passerelles, onde brincavam às passagens de modelos e os rapazes corriam, saltavam e pulavam com a maior destreza em cima dos muros, sem dúvidas, eram eles os “grandes acrobatas”.

Comentámos o que nos era dado a observar e fomos dar uma volta à escola. Empoleirados em cima de uma rede/grade que separa a escola do Centro de Dia estavam umas 20 ou 30 crianças a assistir animadamente ao jogo da malha que do outro lado decorria, depois fomos ao “muro alto” e lá em havia crianças sentadas (estavam calmas), quando descíamos a escada que lhe é paralela passou uma rapariga a descer pelo corrimão a toda a velocidade, na floreira (sem flores) um rapazito pulava animada em cima de uma poça de água e um pouco mais á frente, mais três pirralhos (5-6 anos) treinavam os saltos de um dos muros (+/-1,5 mt.) para o chão.

Continuámos o nosso passeio, fomos em direcção às traseiras das escolas, onde continuava a haver crianças, reparámos que muitas das pedras da calçada que na semana anterior estavam espalhadas um pouco por todo o lado, já tinham sido removidas. De repente houve-se a gritar, “Sangue, ela tem sangue, ela está a deitar sangue”.

Uma auxiliar acorre de imediato ao local, chega ao mesmo tempo que nós, pega na criança que deitava muito sangue da boca e leva-a de imediato para dentro da escola para lhe prestar o primeiro auxílio. A rapariga, juntamente com umas amigas, estava a brincar em cima de um portão que andava para traz e para a frente, provavelmente escorregou e bateu com a boca num dos ferros pontiagudos da grade do portão.

Extremidade pontiaguda do portão.

A minha visita estava a acabar, dirigia-me ao edifício da escola, acompanhado por uma das mães quando fomos abordados pela coordenadora da escola. Nessa intercepção, disse-nos que não podíamos publicar e utilizar as fotografias tiradas no interior da escola sem que houvesse autorização, disse à senhora que não publicaria, como é óbvio imagens em que se reconhecessem crianças, mas que as outras eram importantes para que as pessoas conseguissem visualizar os perigos.

Enquanto falávamos (eu e a coordenadora), muitas crianças brincavam em cima dos muros, chamei-lhe a atenção para o perigo que aquelas brincadeiras representavam e que estavam bem patentes na criança que tinha tido há poucos minutos um acidente, a senhora disse somente:

“eles é que têm que ter cuidado, sabem que não se pode brincar em cima dos muros.”

Assim acontecem e continuarão a acontecer muitos acidentes que poderiam ser evitados.


Nota 1: Não percebo como é que a senhora coordenadora estava mais preocupada com a minha presença na escola e com a publicação das imagens que denunciam os perigos, do que com a criança acidentada.

Nota 2: Só publiquei imagens em que não aparecem crianças, as restante, mesmo algumas onde não se conseguem reconhecer as crianças, embora interessante, por respeito à senhora coordenadora, por enquanto, ficam só para mim.

8.3.10

Odivelas e Educação (4) - Estes problemas vêm de Outubro.


Este post é só para chamar a atenção que os problemas que identifiquei na Escola Barbosa du Bocage não é novo, já é antigo, vem do inicio de Outubro, conforme poderão constactar neste link.

Odivelas e Educação (3): Mais uns perigos.

Escola Barbosa du Bocage (J.I./E.B.1)

Póvoa St.º Adrião.

Todos estes muros são utilizados pela crianças para andarem a correr e a brincar em cima deles, uma das actividades favoritas é saltar de um para o outro e uma queda poderá causar danos irreparáveis. É incompreensivel como é que os projectos para equipamentos como estes não prevêem a minimização dos perigos.


Os corrimões, com descidas bastante acentuadas têm servido para fazer algumas corridas bastante interessante e as esquinas dos muros têm sido uns autênticos quebra-cabeças.












Chamo a atenção para o facto de haver uma actividade, o parkour, que está a ser muito divulgado junto dos jovens (Internet, televisão, jogos digitais) e que incentiva a pratica de brincadeiras, em locais urbanos com este tipo de obstáculos, as quais são perigosas.

Se quiser ter uma ideia do que é o parkour clique aqui.


Odivelas e Educação (2): Mais um perigo.

Acabam-se as obras ficam as pedras.




Conforme demonstra a imagem, o telheiro desta escola (Barbosa du Bocage na Póvoa St.º Adrião) está cheio de pedras de calçada.

Estas pedras foram deixadas ficar, após as obras, soltas no interior do recinto escolar. Ainda lá estão muitas e a imagem demonstra onde é que os alunos já fizeram chegar algumas, outras (algumas) pararam na cabeça dos colegas e outras já foram utilizadas para batralhas entre crianças que estão no interior e crianças que estão no exterior da escola.

Odivelas e a Educação (1) : Mais um perigo.

Mais uma obra, mais um muro, mais um perigo.

Se há uns dias mostrei os perigos que tinha para as crianças a varanda de uma escola recentemente requalificada na Arroja, em Odivelas, onde brincam ou brincavam crianças dos 3 aos 6 anos, hoje trago-vos o muro de uma outra escola, também ela requalificada, mas agora noutra freguesia do concelho.

Este ainda é mais perigoso, não só porque é muito mais alto, mas porque têm livre acesso à parte de cima do mesmo cerca de 360 crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 10 anos. Segundo consta a queda de um dos alunos neste muro já provocou um traumatismo craniano.


Fig.1: Parte da Frente do muro.


Fig.2: Parte de cima do muro.

6.3.10

Odivelas e a Educação.


O actual executivo tem ultimamente dado muito relevo ao que tem sido feito na área da educação, ainda esta semana a vereadora do pelouro seu uma conferência de imprensa dando enorme relevo aos números, conforme pode verificar (clique aqui).

Realmente tem havido um esforço financeiro nesse sentido, contudo, com o objectivo de as inaugurar antes da eleições, muitas dessas obras foram feitas à pressa sem o rigor que se exigia, quer ao nível do projecto, quer ao nível da fiscalização das obras.


Ao nível da fiscalização da obra os resultados estão à vista com os "defeitos de fabrico" a virem ao de cima, chão mal colocado, água a entrar pelo tecto e fendas nas paredes são os mais visíveis a olho nu, mas também já vi urinóis para crianças (3-10 anos) colocados à altura dos utilizados por adultos.




Fig.1: Parede com uma racha.



Ao nível do projecto os erros são mais graves, não só porque vão requerer desnecessariamente novas intervenções e por isso mesmo o dispêndio de mais verbas, mas sobretudo, porque em muitos casos colocam em risco a integridade física das crianças. Por exemplo, há desníveis com mais de 2,5 metros de altura, sem protecção ou protecção deficiente, e há salas que servem simultâneamente de ginásio e refeitório.




Fig.2: Desnível (Varanda) com cerca de 2,5 mt.


Para além destas situações é evidente a falta de técnicos auxiliares de educação, 2 técnicos para 75 alunos é uma situação comum e esse rácio, por muito que as técnicas se esforcem, é manifestamente insuficiente. Chega-se ao ponto, segundo me foi relatado, de não haver ninguém para acompanhar uma criança ao hospital quando há um acidente.

Já agora, porque se tem falado tanto no que se tem feito na educação, inclusivamente a conferência de imprensa desta semana teria sido óptima para sabermos o que se fez ou não fez para rectificar as anomalias denunciadas na escola da Arroja, prestar esclarecimentos sobre o alegado caso de pedofilia numa escola do concelho e sobre o pavilhão que caiu numa escola da Pontinha.

Nota 1: Para ver mais posts relacionados com a educação clique aqui.


3.3.10

Parkour - Um Perigo.


Não sei se podemos chamar a isto um desporto, mas é com toda a certeza uma actividade que está há uns anos a entrar na moda junto dos jovens, aliás acredito que seja tentador.

Todos nós, ou pelo menos muitos de nós, quando tínhamos menos uns anos tentámos fazer algumas destas brincadeiras, umas corriam melhor, outra corriam pior, só que hoje em dia esta brincadeira está a ser incentivada, quer através de filmes, em jogos electrónicos, em reportagens e há inclusivamente quem dê aulas de parkour.

Chamo a atenção porque é uma brincadeira na qual podem acontecer acidentes gravíssimos, os quais poderão eventualmente causar a morte, mas que com muita facilidade poderão provocar lesões irreparáveis.