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2.11.11

Grécia arrasa bolsa portuguesa.

O anuncio que a Grécia vai referendar as medidas impostas para o seu financiamento, para além de terem colocado a Europa em pânico, colocaram as bolsas europeias debaixo de fogo, sendo que a de Lisboa foi severamente castigada e os bancos desvalorizaram hoje cerca de 10%.

Uma acção do BCP vale hoje treze cêntimos e as do BPI quarenta e cinco. Quando há uns anos, nos balcões do BCP me tentavam convencer a aplicar dinheiro no nessa instituição ou a comprar acções da mesma eu sempre dizia que só o fazia se essa aplicação fosse avalizada pelos seus administradores, à data a equipa de Jardim Gonçalves. Alguns riam-se e chegavam a chamar-me louco, mas parece que o tempo também aqui veio dar-me razão. A verdade é que hoje, se as compararmos com o preço da tradicional "bica", as quais custam cerca de sessenta cêntimos em cada café e sabendo nós que o IVA vai subir, talvez o investimento mais seguro neste momento seja mesmo na tradicional "bica".

13.9.11

“Viram-se Gregos para cá chegar.”


Há expressões que têm centenas ou milhares de anos, esta provavelmente é um delas, mas também aqui há uma inversão, hoje talvez seja mais adequado à realidade dizer: - vão-se ver gregos para daqui sair.

Efeitos da globalização?



24 horas é o tempo que a Terra demora a dar volta em torno de si própria, pensa-se que é assim desde sempre, mas a velocidade a que as coisas giram no seu interior é maior que nunca.

Vem isto a propósito da chinesização do mundo ocidental, em muito pouco tempo os gregos estão mais perto de ficarem a viver como os chineses, do que como um cidadão médio da Europa.

11.9.11

10 anos depois.


Já foi há hoje 10 anos que aconteceu aquele que é considerado por muitos como tendo sido o maior ataque terrorista de todos os tempo, apesar disso entendo que ainda há muito por explicar.
As consequências têm sido várias e ainda não acabaram, a própria conjuntura que estamos a atravessar é uma delas. Não, porque não viesse a acontecer, mas porque o 11 de Setembro talvez a tenha precipitado.

10.9.11

11 de Setembro - Ainda há muito por explicar.

Um dia de praia na China.



Há por aí quem, por vezes ou sistematicamente, afirme que não não gosta de ir à praia quando ele está repleta de pessoas. Eu sou um deles, mas a ver pelas imagens não sabia o quer uma praia repleta.

 







1.9.11

Uma preocupação cada vez maior.

Com a questão que começou a ser levantada, uma possível saída da Alemanha do Euro e a consequente criação de uma nova moeda (apenas  com alguns países nórdicos), poderemos caminhar, a passos ainda mais largos, para uma nova fase na vida deste continente e do mundo.

Não nos esqueçamos da História da Humanidade no SEC XX.

11.8.11

Novamente o Chile

Por mais incrível que possa parecer, mais que não seja pela distância que nos separa e por nunca ter sido português, tenho para mim, desde que em 94 tive oportunidade de o visitar, que o Chile é o país mais parecido, aos mais diversos níveis, com Portugal e os chilenos são o povo mais parecido connosco.

Apesar de todas as semelhanças, fiquei na altura com a ideia que o Chile, pese o facto de dificilmente alguma vez vir a ser uma grande potencia mundial, era um país economicamente sólido, relativamente bem estrurado e organizado, onde havia uma boa qualidade de vida e com um potencial de crescimento muito interresssante. 

Por tudo o que acima referi tenho uma simpatia muito especial por esse país e pelos chilenos, a qual me desperta uma curiosidade permanente em saber o que por lá se passa e como evolui, por isso habituei-me acompanhá-lo.

Desde essa data o Chile tem-se tornado de forma sustentada num país cada vez mais competitivo na Agricultura, na Pesca, na Extracção Mineira (riqueza natural), no Turismos, em alguma industria e serviços. É um país que depois de ter sido selvaticamente devastado (flora e pesca) pelo japoneses, cuida e preserva o Ambiente e para além disso, tem no urbanismo um enorme cuidado com as questões sísmicas como recentemente ficou demonstrado.

O mais interessante, é que aos poucos começam a aparecer cada vez mais pessoas, das mais diversas proveniências, a indicar o Chile como um bom exemplo a seguir. Hoje é Eduardo Borenszteinum, um economista do Banco Interamericano de Desenvolvimento a fazê-lo.


9.8.11

Londres - Será que vai continuar?


Depois de há uns anos termos visto Paris e Marselha, há uns meses em Atenas e agora Londres sobre fogo, embora com causas e proporções diferentes, a verdade é que estas barbaridades não nos podem deixar indiferentes e têm que acabar. Independentemente das causas,  das motivações, das angustias e dos objectivos que possam ter estas pessoas  a destruição provocada por estes distúrbios não contribuem para resolver problema algum e provocam apenas destruição gratuita de bens e formas de subsistência de pessoas inocentes.

De notar que segundo os relatos que nos chegam de Londres as maiores vitimas destes motins não são super mercados, nem tão pouco lojas que vendam bens de primeira necessidade, são lojas que vendem telemóveis, aparelhagens sonoras, computadores e televisões.

Segundo informação que vi há momentos a polícia inglesa já deteve cerca de 650 pessoas e o governo inglês está a avisar que esta noite vai haver uma postura menos passiva, isto em inglês quer dizer - be careful!
  

12.7.11

Luanda in first place!

Nem mais, Luanda continua a ser a cidade mais cara do Mundo, Tokyo vem em segundo, São Paulo está em décimo lugar e nas 50 primeiras não há nenhuma cidade portuguesa, isto pode ser uma vantagem.

Se vai para férias, lá para fora o melhor mesmo é consultar a lista.

6.4.11

Uma lição japonesa:SOLIDARIEDADE

Enquanto o Japão conta os mortos (quase 17 mil, segundo as últimas estimativas oficiais) e eleva de quatro para cinco o nível de alerta nuclear, já a dois níveis do que se atingiu em Chernobyl, um jornalista da CNN, Jack Cafferty, não esconde a surpresa e faz uma pergunta:

«Tendo em conta a escassez de comida e a incrível destruição, incluindo em Tóquio, por que razão não estão a ocorrer episódios de pilhagens e vandalismo no Japão?»

Cafferty estabelece um paralelo com o que sucedeu no seu próprio país depois da passagem devastadora do furacão Katrina e cita um colega, Ed West, do Telegraph.

West escreveu uma crónica na qual se confessava «estupefacto» pela reacção ordeira do povo japonês ao terramoto e ao tsunami, e do sentimento de solidariedade que encontrou um pouco por todo o lado.

«As cadeias de supermercado baixaram drasticamente os preços dos produtos assim que ficou clara a dimensão da catástrofe», conta Ed West. «Vendedores de bebidas começaram a distribui-las gratuitamente, com a justificação de que todos trabalhavam para assegurar a sobrevivência de todos».

Cafferty adianta uma explicação: os japoneses possuem um código moral tão elevado que se mantém intacto mesmo nas horas mais sombrias, mesmo quando só existe destruição em redor.

Esta atitude não é por caridade. É SOLIDARIEDADE

 
Nota: Recebido por email sem assinatura.

17.3.11

10.3.11

Se houvesse mais respeito pelos direito humanos...


Esta noticia, China sofre maior défice comercial em sete anos, a qual é justificada pelas férias do novo ano lunar dos chines, leva-me a pensar que se fosse exigido à China que tivesse um maior respeito pelos direitos humanos talvez houvesse um maior equilibrio económico no mundo.