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11.9.10

À facada - soma e segue.


Depois de ontem ter colocado aqui no blogue um post que informava que o esfaqueador de uma jovem de 15 anos já tinha sido detido, hoje apareceu a notícia de mais uma pessoa ter sido detida em Odivelas depois de esfaquear vizinho.

25.8.10

Que segurança podemos sentir?


Liberdade para jovem que liderou ataque a esquadra.

Quando vemos, ouvimos ou tomamos conhecimento de noticias como esta, como é que podemos ter um sentimento de segurança?

20.5.10

Odivelas - Ainda sobre as granadas na panela da sopa.


Transcrevo aqui parte da nota informativa elaborada pelo gabinete dos Vereadores Independentes na Câmara de Odivelas. A parte que transcrevo está relacionada com a segurança e com o facto de terem aparecido duas granadas na panela da sopa da esquadra da P.S.P. de Odivelas.

"O Vereador Hernâni Carvalho levantou mais uma vez a questão da segurança e a propósito do aparecimento de duas granadas sobre a panela da sopa no refeitório da esquadra da PSP em Odivelas, referiu: «não é saudável viver numa cidade em que aparecem engenhos militares dispersos sem proprietário dentro de uma esquadra da Polícia de Segurança Pública».

Para este Vereador Independente a questão é grave e deve preocupar todos os autarcas, mesmo sabendo que não podem intervir directamente nesta matéria «porque não se trata de armas legais ou ilegais, mas antes armas militares que não se encontram à venda e dificilmente transitam livremente no País».

A este propósito, o Vereador Hernâni Carvalho sublinhou a expressão da Presidente da Câmara que «é necessário perceber o que se passa no processo educativo» porque no dizer do Vereador «por exemplo, há jovens que num momento se preocuparem com questões ambientais e noutro aparecem eles próprios mais tarde a fazer o oposto. De facto é preciso perceber o que se passa no processo educativo»»."

11.4.10

"Portugal está a tornar-se num paraíso para os criminosos"


"Bem, deixe-me dizer que, logo à partida, não percebo como é possível um preso que cometeu um crime violento e grave, que matou, que violou, ter o direito sequer de pedir para vir para a rua só porque cumpriu um quarto da pena e se portou bem na prisão"

Esta é só a resposta a uma das perguntas feitas na interessante entrevista feita a Leonel Carvalho, general, ex-secretário-geral do Gabinete Coordenador de Segurança, a propósito do novo Código de Execução de Penas e publicada no D.N.

Clique aqui e leia-a na integra.


28.3.10

Segurança – Como resolver este problema?

Este ponto daria para escrever um livro com muitas páginas, teorias e estudos.

Desde o exemplo de seriedade que deveria ser dado pela da classe politica, à forma como funciona a justiça, da educação e da formação, de problemas económicos, da programação na televisão, dos jogos electrónicos, do facto das fronteiras estarem escancaradas, passando por mais e melhor policia, é um nunca mais parar de identificar factores que influenciam toda esta questão, mas houve outro dado que encontrei, é que a maior parte dos crimes que destaquei acontecem ao anoitecer, isto é quando há muita gente na rua e pouca luz.

Note-se que às 17,30 – 18,30h. no Inverno começa a escurecer e que esta é a hora de muitas pessoas acabarem de trabalhar e dos jovens saírem das escolas. Muitas destas pessoas deslocam-se sozinhas, muitas vezes por locais que infelizmente estão mal iluminados, tudo factores que ajudam os criminosos, por isso levanto a seguinte questão:

Não será que se no Inverno ficássemos com a hora do Verão, isto é sol até às 18.30 - 19.30 h., não estaríamos a dificultar a vida aos criminosos e a dar um contributo para defender melhor a população?

Segurança – Relatório 2009, o que esconde a notícia?


Esta semana foi publicado o Relatório Anual de Segurança relativo ao ano de 2009 e a notícia que ouvimos foi que o número de crimes em Portugal baixou.

Surpreso com teor da dita, fiquei com a curiosidade de ir ver os números, pois essa não é percepção que tenho.

De facto o número total de crimes participados baixou ligeiramente (1,2%) o que é positivo. Podemos questionar se as pessoas deixaram de fazer a participação, por ventura deixaram, mas isso também não é novidade deste ano.

Contudo, ao ler o estudo encontrei alguns pontos que me preocupam bastante mais que o facto de as pessoas não se terem queixado, é esses que vou aqui salientar.

Neste estudo os crimes estão divididos por 5 grandes categoria. Crimes contra as pessoas, contra o património, contra a vida em sociedade, contra o Estado e em legislação avulsa. Destes cerca de 416 mil crimes, 54,5% são do grupo, “Crimes Contra o Património” e foi precisamente porque houve uma quebra significativa nesta tipologia de ocorrências que o número total baixou.

Os “crimes contra a vida em sociedade” subiram 11,1% e os crimes por burla informática e nas comunicações subiram 70,3%.

O que preocupa, é que o “crime contra as pessoas” subiu (0,8%) e dentro dos “crimes contra o património”, os “furtos na via pública”, onde as vitimas estão presentes, subiram 5,3%.

Para além dos crimes contra as pessoas e os crimes de furto onde as vitimas estão presentes (ex. via pública), deverão também merecer a maior atenção das autoridades os seguintes casos:

- A Delinquência Juvenil subiu 10%. Ou seja o crime praticado por menores (12 – 16 anos) está a subir muito.

- Ilícitos em ambientes escolares, dizem os números que diminuiu 1%, mas aqui deve “haver gato”, isto porque os números dizem que destes, 65% (3003) são dentro do recinto escolar. Isso leva-me a acreditar que aqui, talvez por medo de represálias, muitas das queixas de crimes praticados nas imediações escolares não sejam participados. Não posso acreditar que haja mais crimes nas escolas, do que nas imediações.

- Os crimes sexuais aumentaram 13%. As vítimas são 83% sexo feminino e 63% menores de 16 anos.

Em jeito de conclusão, tenho para mim que os indicadores dos crimes em que as pessoas estão fisicamente envolvidas e toda a parte que envolve jovens, tanto a delinquência juvenil, como os crimes sexuais, terão que merecer uma atenção redobrada.