9.6.13

Odivelas: A importâcia do passado.

Uma Terra que deixa enterrar - no meio de uma imensidão de betão - a sua história, a sua cultura, as suas tradições e os seus antepassados, dificilmente conseguirá ter sucesso. Se falarmos numa terra cheia de história e de tradições, que não criou nenhuma identidade alternativa, essa tarefa torna-se impossível. Porque Odivelas Merece Mais importa reavivar o passado, transmiti-lo e divulgá-lo, porque se o fizermos entraremos com toda a certeza no caminho do sucesso.

8.6.13

Odivelas: Sobre a edição de hoje do Jornal I




Hoje, ao ler hoje o Jornal I, não pude deixar de recordar, entre muitas outras, uma das minhas primeiras intervenções na Assembleia Municipal de Odivelas, em Novembro de 2009, no inicio deste mandato.

Happy Birthday Madalena!


Odivelas: Campanha Responsável

"Estamos numa altura difícil, numa altura onde para além das questões económicas e financeiras, também muitos pilares estão fragilizados, a falta de credibilidade é um deles. Poderá ser difícil, por ventura a tentação para fazermos promessas será muita, mas nós vamos tentar não as fazer, sobretudo quando não sabemos se será possível concretizá-las.

Entendemos, face às circunstâncias, que temos nesta questão uma responsabilidade acrescida, por essa razão, mesmo sabendo que por este motivo podemos pudemos ver o nosso projecto prejudicado no dia das eleições, vamos falar em intenções, em caminhos e em objectivos.

A nossa primeira intenção, até porque entedemos que Odivelas Merece, é fazer uma campanha responsável. Responsável no âmbito económico, social e ambiental."

6.6.13

Resumindo o porquê.



 


Como muitos de vós por ventura já têm conhecimento irei concorrer nas próximas autárquicas à Câmara Municipal de Odivelas pela Coligação “Odivelas Merece Mais”, nesse sentido, pela consideração que tenho por todos os que costumam visitar este espaço queria deixar aqui uma pequena mensagem, a qual resume as razões porque aceitei este desafio:
- porque entendo que Odivelas e os Odivelense (os actuais e os passados) merecem mais;
- porque entendo que face à situação actual ninguém se pode demitir de dar um contributo;
- porque entendo que as pessoas que estão envolvidas neste projecto e a proposta que temos vindo a trabalhar são um caminho para resolver muitos dos problemas que afectam o Concelho;
- porque gosto muito de Odivelas.

Odivelas: Exige-se contenção.



Vivemos tempos difíceis, muitas pessoas e famílias atravessam momentos de grande dificuldade e ansiedade, importa perceber isso. Nesse sentido, quanto a mim, impõe-se que haja por parte da classe política uma maior contenção de custos, combate ao despesismo e ao desperdício, assim como exemplos visíveis disso mesmo.
Vem isto a propósito das eleições autárquicas. A campanha está a começar, o frenesim está a intensificar-se, os primeiros cartazes e outros suportes de propaganda começam a aparecer. Também as promessas virão umas a seguir às outras, entre elas, certamente aparecerá – “terá que haver moralização e rigor na gestão do município”.

Por isso, a reflexão que trago esta semana passa por questionar se fará algum sentido gastar rios de dinheiro em cartazes quando há tanta gente a passar mal? Se será que faz sentido imprimir milhares de folhetos a cores e com várias páginas, os quais custam muito dinheiro, que a maior parte das pessoas nem os lê e que acabam quase todos no caixote do lixo mais próximo? Se será que as pessoas entendem e compreendem que se gastem estas fortunas em campanhas? Se será que o exemplo não deverá começar por aqui? Se será que fazer uma campanha poupada e ponderada não será também uma boa forma de credibilizar a política e a classe política?

Sabendo que a campanha para as Autárquicas vai custar 48 Milhões de Euros ao Estado Português, subscrevi há muito tempo a “Petição cortar 50% o valor da subvenção pública para as eleições autárquicas de 2013”. Esta Petição já foi subscrita (só via net) por mais de 5.000 pessoas. Não sei o que daqui vai resultar, mas estou convicto que todos os que estamos na política temos que dar exemplos claros sobre esta matéria.

É minha convicção que não basta falar e este, tal como a contenção de custos nas campanhas eleitorais, são sinais importantes que devem ser dados. 

Estarei errado?

In: Pode Haver Luz (31) - Diário de Odivelas

Odivelas: Estranho frenesim.




Muito se tem falado, nos bastidores, de candidatos e de nomes de candidatos. Este vai para aqui, aquele vai para ali, este não vai a lado nenhum, aquele está queimado, etc., etc… . Quantas não foram as pessoas que já me fizeram essas perguntas e quantas foram as pessoas que comigo já falaram ou tentaram falar sobre esse assunto, mas curiosamente ninguém me perguntou por projectos, por propostas ou por soluções, também nunca ouvi uma única conversa sobre este assunto.
É muito curioso, pois há muito tempo que colaboro no sentido de encontrar um projecto e um conjunto de propostas que, no mínimo, sejam capazes de devolver alguma esperança ao Concelho e aos Odivelenses, o que não é tarefa fácil, e ao ver todo este frenesim faz-me questionar, uma vez mais, se serei eu que estou errado.
Questiono-me desta forma porque não entendo como é que num Concelho que tem os problemas que todos conhecemos, como o elevado índice de desemprego, a pobreza, a insegurança, etc., etc., ninguém quer saber qual a receita e constacto que a grande preocupação é o aleatório, a composição das listas.

Penso sinceramente que Odivelas merece muito mais, merece que se trabalhe num projecto e em propostas que lhe deem corpo, para que seja possível não só minimizar o sofrimento de muitos, como também reabilitar para o futuro, de forma sustentada, muitas pessoas e muitas famílias.

Com cada pessoa ou instituição com que falo, em todas as reuniões de grupos de trabalho que tenho, ou até, enquanto coloco as ideias no computador, a minha certeza sobre a urgência e a importância de montar um projecto para Odivelas é cada vez mais forte.

Com tudo isto não quero dizer que o nome dos candidatos ou do candidato não é relevante, porque de facto também importa, mas a proporção da atenção dada à escolha do candidato e à elaboração de um projcto está na minha opinião completamente invertida.

Não acha?

 IN: Pode Haver Luz (30) / Diário de Odivelas

Odivelas: A importância de uma equipa.




Há uma semana afirmei que um projecto para Odivelas, para além de ter que indicar objectivos concretos e a estratégia para os atingir, tem que assentar em pilares tão essenciais como o rigor, a honestidade, a transparência, a competência e o bom-senso.
Tudo isso é de facto essencial para que seja possível alterar o paradigma a que Odivelas parece estar condenado (um dormitório falido e de má qualidade), tudo isso é de facto necessário para que Odivelas se possa desenvolver cultural e socialmente, tudo isso é de facto essencial para que Odivelas se possa desenvolver economicamente e com isso criar novas empresas, novos empresários e consequentemente novos postos de trabalho, enfim tudo isso é fulcral para devolver uma nova expectativa e esperança a todos os Odivelenses, o que aliás é da mais elementar justiça.
Porém, o que acima escrevi não é por si só a garantia do êxito e a comprová-lo está o facto de haver muitos e bons projectos a falhar, falhas essas que muitas vezes advêm da má escolha das pessoas e das equipas que os suportam.
Nesse sentido e por essa razão há duas semanas, no texto que escrevi para esta coluna, “Primeiro o Projecto”, afirmei que ter um bom projecto era prioritário, mas que a construção duma equipa era sem dúvida a segunda prioridade. Se de facto as pessoas e as equipas são algo de relevante em projectos integrados noutras organizações, nomeadamente nas privadas, mais relevante se torna quando estamos a falar de projectos de natureza política, os quais envolvem directamente recursos que são de todos nós, que têm implicações na vida de toda uma comunidade, que são escrutinados diariamente e quando a política está profundamente descredibilizada.

Torna-se assim necessário que em torno de um projecto para Odivelas, o qual se quer mobilizador e que tenha êxito, haja - na sua implementação - pessoas competentes, rigorosas, motivadas, determinadas, com capacidade para trabalhar em equipa, que coloquem em primeiro lugar o bem-comum. Pessoas que sejam também, porque essas características são essenciais, humildes e respeitadoras.

Importa ainda que estas pessoas não sejam politico-dependentes, porque entendo que a politico-dependência, quer seja financeira ou de estatuto social, impede e condiciona a liberdade de movimentos e a independência na hora da decisão, o que provoca os maiores prejuízos e disparates, como tantas vezes temos visto em Odivelas. A político-dependência não se adequa de forma alguma à exigência e ao rigor que se impõe numa gestão pública, neste caso numa gestão municipal.

Pelo que acima expus, porque nos dias de hoje a competição é enorme, porque os Países e os Concelhos não escapam a essa regra e ainda porque estas equipas têm que ser altamente humanistas, entendo que é fundamental para a implementação dum projecto em Odivelas, o qual tem obrigatoriamente que promover a qualidade de vida e valorizar o Concelho, a constituição de uma equipa de excelência.

In: Pode Haver Luz (29) / Diário de Odivelas