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22.6.13

Ontem na Assembleia Municipal - Desemprego.

Ontem houve uma Assembleia Municipal Extraordinária que tinha como tema “O Estado do Município” e por via disso tive a oportunidade de fazer algumas observações e levantar algumas questões.

A primeira, porque esta é um dos maiores problemas com que os Odivelenses se confrontam, foi sobre o desemprego, uma vez que em Odivelas, entre Dezembro de 2009 e D
ezembro de 2012, aumentou cerca de 60%, quando a na média de Portugal Continental aumentou 30%.

Nesse sentido, uma vez que desde 2009 tenho vindo a apresentar várias propostas para dinamizar a economia, nomeadamente no sentido de isentar a Derrama, reduzir a Taxa de IMI e o “Projecto para a Dinamização e Revitalização do Comércio Local” , a quais são permanentemente chumbadas, vi-me na obrigação de responsabilizar Susana Amador por este facto.

A desculpa evocada - a situação do País - até a podemos “engolir”, pelo menos para parte do problema, mas quando a percentagem de aumento do desemprego em Odivelas é o dobro da média registada em Portugal Continental e quando foram rejeitadas inúmeras propostas que tinham como objectivo evitar este descalabro, ….

9.6.13

Odivelas: Uma comunidade trabalhadora



Odivelas é hoje um dormitório sem qualidade, onde o desemprego aumenta a um ritmo alucinante (60% nos últimos 3 anos, o dobro da média de Portugal Continental) e onde, por essa mesma razão, a pobreza e as carências são cada vez maiores e mais notórias. Os Odivelenses - que sempre foram uma comunidade trabalhadora - não o merecem, por isso não aceitamos este paradigma, Odivelas Merece Mais.

18.1.13

Estranho silêncio.



Muito se fala, com razão, do BPN, do BPP, agora do BANIF e, estranhamente, pouco se fala do BCP. É bom não esquecer esta malta!

19.11.12

Protesto dos restaurantes

Este é um protesto diferente num sector que conheço bem, o qual atravessa, à semelhança de outros sectores, uma quantidade enorme de dificuldades e que são de difícil resolução. José Pereira que está à frente deste movimento, embora tente culpabilizar de certa forma este governo, reconhece que a crise não é de agora. Diz e eu concordo que "este sector tem estado, sobretudo desde de 2008, muito por culpa própria, em regime de morte lenta e que agora entrou em cuidados paliativos".

Embora eu entenda que há muitos situações relacionadas com o IVA,  tais como as relacionadas com bens de primeira necessidade, que deveriam ser prioritárias, questiono se a redução do IVA resolveria os problemas do sector e quantos serão os estabelecimentos que não fechariam as portas devido a essa medida?

O problema é muito mais complexo, pode passar pelo IVA, mas passa sobretudo pelo número de estabelecimentos existentes, pela quantidade de regras que foram impostas nos últimos 10 anos (as quais uns cumprem e outros não - gera assimetrias), situações relacionadas com os valores das rendas e/ou dos imoveis, pela evolução do mercado (questão do tabaco e da nova oferta de café doméstico) e evidentemente, pela enorme quebra no consumo.






14.11.12

Pensamento do Dia.

Enquanto uns promovem greves e tentam com isso que o País pare, colocando mais dificuldades para que as empresas trabalhem dentro da normalidade, outros, como é o meu caso, estão a trabalhar com o intuito de colocarem as empresas a produzir, pois só assim será possível manter os postos de trabalho e tentar encontrar forma de criar mais alguns.

Ao final de mais de 12h. de trabalho, nas quais só tive tempo para comer uma sandes, vou agora sair e ainda levo trabalho para casa.

De facto, não conheço outra forma de conseguir cumprir com as minhas obrigações.

31.10.12

Bem Visto!

"Hoje no debate do Orçamento o Ministro Gaspar anunciou que se o aumento enorme de impostos não der os resultados esperados em termos de receita, o Governo tem um plano B de redução de mais 893 milhões de euros para assegurar o cumprimento das metas.


Pergunto, então se já estão já identificados possíveis cortes na despesa de mais 893 milhões de euros na despesa porque não cortar já e aliviar o aumento de impostos nos tais 893 milhões de euros ???"


Pedro Pestana Basto



23.10.12

Marmelada made in Odivelas.




Quadradinhos de Marmelada.


Ano, após ano, depois de um largo período em que quase desapareceu em Odivelas, parece que a Marmelada, aos poucos e poucos, volta a fazer parte da tradição do Concelho. Cada vez há mais comerciantes a faze-la e mais pessoas/famílias a confeccioná-la la para utilização doméstica.


Marmelada em Taças
Recordo um texto que escrevi em Fevereiro de 2006, quando apenas uma pastelaria, a Faruque, a comercializava, retendo ainda na memória as risadas que o mesmo provocou.

Embora este produto ainda tenha um longo caminho a percorrer até se tornar num elemento gerador de riqueza e de contribuir para divulgar o bom nome de Odivelas, felizmente a realidade hoje é outra e podemos afirmar que a Marmelada de Odivelas está a renascer.


24.9.12

Evolução das PPP's.

É importante reter este gráfico, explica muito!

Nota: Sócrates não conseguiu alcançar Guterres, mas caso tivesse ficado mais uns mesinhos ....

19.9.12

TSU – O meu contributo (3)


A cruzar: - Objectivos/Números/Impostos


A medida recentemente anunciada referente à TSU, segundo o Governo, tem como objectivo aumentar a competividade das empresas, o crescimento económico e consequentemente criar novos postos de trabalho.

Como já referi num outro post, não acredito que neste momento, esta medida feita avulso, transferindo a redução da TSU das empresas para os funcionários, o que vai fazer diminuir o consumo e por isso a receita das empresas, potencie algum desses efeitos. Contudo, concordo que:

1º) Há que fazer algo para garantir a sustentabilidade da segurança social;

2 º) O Estado tem, para além de reduzir a despesa, que encontrar verbas para tapar o buracão das contas públicas;

3º) Tem que promover a competitividade, o crescimento económico e consequente aumento do número de postos de trabalho;

4º) Tem que promover uma maior justiça e equilíbrio na nossa economia;

5º) Tem que ser menos penalizador para as empresas que em algum momento poderão passar uma faze menos boa;

5º) Tem que tornar mais atractivo o investimento em Portugal.

Nesse sentido, dando seguimento à proposta que apresentei,  entendo que poderá fazer sentido uma redução da taxa da TSU e em contrapartida, em vez de se transferir a totalidade ou a grande parte desta verba para os funcionários, criar uma taxa extra em função do nível industrial e tecnológico de cada sector ou empresa e ainda, enquadrada nestes objetivos, considerar também alguma alteração ao nível de IRC.

O que importa verificar e estudar, é se com estes cruzamentos se abre a possibilidade de atingir alguns ou a totalidade dos objetivos acima traçados.

Atenção: não é preciso colocar, de uma só vez, toda a carne no assador.

O gráfico da desgraça.

Evolução da Dívida % do PIB - Portugal

10.7.12

Não há duas, sem três!





Mais uma vez se confirma o velho ditado, depois de há momentos ter colocado aqui duas boas notícias, agora coloco mais esta, o porto se Sines registou o melhor semestre de sempre. Esta notícia ainda se torna mais relevante porque o grande contributo foi dado pelas exportações, mais 49% que em igual período do ano passado.

7.7.12

Dois mais dois, igual a quatro.

De certa forma este texto, "Odivelas à beira de um tsunami económico", o qual é baseado na quebra da receita proveniente da Derrama em Odivelas, cerca de 60%, e porque certamente não é caso isolado no País, reforça o post que escrevi sobre a decisão do Tribunal Constitucional.

6.7.12

Corte de subsídios para o sector privado?



Fala-se hoje que para contornar a questão da constitucionalidade do corte nos subsídios da função pública, Passos Coelho e o governo poderá estar a ponderar cortar também aos privados. A questão pode ser pertinente, eu até percebo que os funcionários públicos possam estar a sentir-se discriminados, mas a minha questão é simples.

Quantos pessoas no sector privado viram este ano e nos últimos a sua remuneração mensal e/ou anual diminuída, quantos vão ser os que este ano não vão receber os seus subsídios (férias e/ou natal) mesmo sem decreto governamental, quantos têm neste momento o salário em atraso, quantos têm o seu posto de trabalho em perigo?

Tudo isto, mesmo sem decreto, está a acontecer em milhares de PME’s. Não porque as empresas o queiram ou tenham vontade, não porque os trabalhadores gostem, mas porque empresas e trabalhadores estão juntos a tentar salvar o que têm e o que hoje ainda lhes garante a subsistência. O sector privado está a caminhar num arame muito estreito e se o Governo vier a tomar esta medida, isso significará uma tempestade muito forte para toda essa gente e muitos dos que estão a caminhar nesse arame, empresários e trabalhadores, acabarão por tombar.

30.6.12

Odivelas: Situação financeira.

Esta semana, no decorrer da Assembleia Municipal chamei a atenção para estes dois aspectos. Espero que esta quebra enorme com as receitas referentes à Derrama não se venha a confirmar, caso contrário poderemos estar perante o anúncio de um tsunami.

24.6.12

Selecção vista no Japão

Não é que para mim seja uma novidade, mas é interessante ver a opinião de quem está bem longe. Rui Faro Saraiva, que actualmente vive no Japão e por vezes coloca uns posts no ABC do PPM, diz o seguinte sobre a importância dos bons resultados da selecção em outras áreas. 

15.6.12

Odivelas: Stig Husted-Andersen "dá" nome a uma rua.


A família Husted-Andersen


A CODAN é uma multinacional de origem dinamarquesa que está instalada em Portugal, mais concretamente em Odivelas, desde 1966.

Toda a sua produção é integralmente destinada ao mercado externo, conta actualmente com mais de 500 funcionários e é  maior empregador do Concelho.

Numa visita feita a esta empresa, em Junho do ano passado, na companhia, entre outros, de Pedro Mota Soares, Teresa Caeiro, Paulo Aido e J.M. Pignatelli, com o intuito de prestar uma homenagem ao fundador desta empresa, foi estudada a possibilidade dar o seu nome à rua que dá acesso às instalações.

Paulo Aido que é Vereador na C.M. de Odivelas fez a proposta e hoje na presença de toda a família do fundador (actuais accionistas), esposa, filhas, genros e netos, que se deslocaram propositadamente a Portugal para o efeito, foi colocada a placa com o novo nome da rua: Stig Husted-Andersen

Esta é também uma forma de cativar o investimento estrangeiro, não temo custo e é eficaz.


16.5.12

Fazer & Vencer - Oradores.

Os nomes dos oradores que irão participar nas Conferências do Empreendedorismo "Fazer & Vencer" já estão a ser anunciados no blogue do Pensar Odivelas. Clique aqui e confira que nomes como Mário Moniz Preira, Castro Soeiro, Maria Máxima Vaz, Madalena Braz Teixeira e Luís Barata, Antónia Machado, entre muitos outros, já estão confirmados para virem a Odivelas dar-nos o seu testemunho.

Envie um email para pensarodivelas@gmail.com ou clique aqui, inscreva-se e confirme a sua presença.