18.6.10
17.6.10
Ainda sobre o Comercio Local.
O CDS-PP acabou de apresentar na A. Municipal uma recomendação com vista a apoiar o Comercio Local.
Em síntese, propõe-se que não seja paga a primeira hora no Parque de Estacionamento Egas Moniz a quem fizer e comprovar que fez compras no valor igual ou superior a dez euros.
Porque vos baixeis vós senhores? (continuação)
Ainda penso que D. Dinis, homem de grandes virtudes e de coração apaixonado no que concerne ao seu cariz romântico e aventureiro, teria outras ideias relativamente à pobreza dos seus súbitos, porque reza a lenda que o rei D. Dinis foi informado sobre as acções de caridade da rainha D. Isabel e das consequentes despesas que implicavam para o tesouro real, e certo dia resolveu surpreendê-la numa das suas caminhadas para distribuir esmolas e pão aos necessitados obrigando-a a mostrar o que carregava no seu regaço e aí já sabemos que o pão se transformou em rosas…A minha surpresa tendo em consideração a história de Dom Dinis e a rainha Santa Isabel, leva-nos a outra frase lapidar que também foi proferida pela actual presidente da CMO: “ Somos um Concelho pobre com recursos muito escassos”, a ser assim como é possível transformar as rosas em pão? Sim porque hoje em dia com acordos interpartidários megalómanos, despesas exorbitantes, como ainda se consegue dinheiro para tudo isto???? Voltamos às PPP’S que ainda não começamos a pagar??? Às negociatas de circunstância?
Regressando ao D. Dinis, penso que nos deveríamos orgulhar da nossa história e não ter em consideração o papel dos líderes deste nosso burgo! Porque de facto é degradante, assistir-se à parte final desta dita Conferência, que por sinal tinha a sala bem composta de funcionários camarários e afins, a um nível tão elevado de sabujice no intuito de assim se conseguir também gerir as próprias quintinhas, e tirar algum proveito desse milagre que o executivo possui, de transformar rosas em pão!!!
Porque vos baixeis vós senhores?
Sendo o tema “Portugal Contemporâneo, Realidade e Desafios”, ainda mais se justifica o tal retrocesso na história de Portugal!
Numa época em que a carência de bons líderes é um factor dominante, eis que surge uma frase magnificamente soletrada, nem sei bem em que contexto: “Cada um ser líder de si próprio”
Ora muito bem, Dom Dinis “O Lavrador” além de ter sido o sexto Rei de Portugal, era dado a alguns comportamentos pessoais um tanto ou quanto estravagantes... mas acima de tudo primou por ser um rei dinâmico proactivo e impulsionador da cultura nacional reinou 46 anos. Até o povo o denominou com a seguinte frase: “Dom Dinis fez o que quis”
Aqui temos portanto um exemplo, de liderança em causa própria, inteligentemente conjugada com as benfeitorias nacionais sobejamente conhecidas!
Transpondo este modelo de liderança para as acções praticadas pelos líderes no nosso Concelho, só consigo vislumbrar uma destas vertentes, isto é, unicamente a liderança da sua própria causa. O que é grave!!! Anda mais quando se evocam os antepassados teremos forçosamente de olhar para a história e apreender com ela, tirar ilações e transpô-las para a realidade actual!
S.O.S
Pode ver a notícias completa, da TSF, aqui: www.tsf.pt
E sem mais comentários.
E com um desafio: Como podemos ajudar?
Teresa Salvado
16.6.10
Debate M.O.C. Comércio Local. (Post 6)
Os comerciantes não podem estar só a apontar o dedo à Câmara, têm que se mexer, têm que se adaptar às novas realidades, têm que aceitar a mudança e acreditar que a mesma é uma oportunidade para melhorar. Os comerciantes não podem ficar à espera que a Câmara apareça com uma solução milagrosa para resolver os seus problemas, isso não vai acontecer. Têm que ter criatividade, união e capacidade de apresentar propostas ao município.
Post Anterior.
Debate M.O.C. Comércio Local. (Post 5)
O que não pode fazer a Câmara neste processo:
- Criar falsas expectativas;
- Tomar medidas avulsas, sem que as mesmas façam parte de um projecto integrado e pré-definido, isso correrá sérios riscos de insucesso;
- Fingir que faz;
- Tomar medidas incompreensíveis como a subida descabida das taxas municipais;
- No fundo comportar-se como inicialmente disse, sócio maioritário, sem sensibilidade, que tem como objectivo sacar a massa e tirar umas fotos bonitas para a comunicação social.
O que pode fazer a Câmara neste processo:
- Fazer o enquadramento da situação;
- Definir objectivos claros quantitativos e qualitativos;
- Traçar o esboço de um projecto de dinamização do comércio local;
- Promover com os comerciantes uma relação de proximidade e de parceria, de forma a conquistar a confiança destes;
- Um projecto deste tipo tem que envolver o maior número possível de entidades do concelho, económicas, culturais, desportivas e sociais. Tem que pensar na requalificação dos centros históricos, na globalidade do concelho, na mobilidade e nas acessibilidades. Tem que ser claro na previsão da rentabilidade (IRS, Derrama, Taxas, IMI, etc.);
- Uma possibilidade é alocar parte da receita proveniente da Derrama (+/-2.000.000,00 euros.) e das taxas municipais a este projecto.
Post anterior.
Debate M.O.C. Comércio Local. (Post 4)
Em primeiro lugar temos que ter a percepção do clima instalado entre Estado/Câmara e as entidades que têm que estar envolvidas (económicas, sociais, culturais e desportivas), ora vejamos:
- O estado e as câmaras agem como monopolista e são como uma espécie de sócio maioritário;
- Não tem responsabilidade na gestão;
- Não tem sensibilidade aos problemas das empresas e dos comerciantes, pois a maior parte dos políticos são de carreira e por isso conhecem pouco mais que os seus gabinetes e as “querelas” partidárias;
- Está sempre a ver como pode “sacar mais”, seja, através de impostos, taxas ou multas;
Isto faz que o empresário e o comerciante, já por si descapitalizado, andem permanentemente à procura de formas para escapar a esta pressão. É o jogo do gato e do rato.
Posto isto, o primeiro passo é inverter este paradigma. Para isso, é absolutamente necessário:
- Que o comerciante e o empresário têm sejam vistos e entendidos como parceiros da câmara e não, unicamente, uma fonte de receita.
-Têm que se sentar à mesa, traçar objectivos, linhas de orientação, projectos, regras e ser claros nas expectativas que cada um tem.
- Ambos terão, depois disso, que ter a noção e a obrigação que têm de cumprir com o combinado.
Post anterior.
Debate M.O.C. Comércio Local. (Post 3)
Considero que para desenvolver o Comércio Local terá que ser criada uma dinamização de vários agentes, nomeadamente, os económicos (comerciantes), sociais, culturais e desportivos.
Porquê? Porque estas são as forças vivas do concelho e para além disso, dispões de recursos físicos, técnicos e humanos, os quais ao serem utilizados permitirão uma racionalização de custos e a mobilização de muitos milhares de pessoas.
Post anterior.
Debate M.O.C. Comércio Local. (Post 2)
No seguimento do post anterior sobre este tema e porque considero importante que as ideias fiquem de alguma forma anotadas, passo a fazer uma síntese daquilo que é a minha opinião sobre este assunto.
Em primeiro lugar considero que o maior problema deste município é questão económica e a incapacidade que há para gerar mais receitas do que despesas de forma a gradualmente eliminar a grande parte da divida existente.
Para isso há dois caminhos, um reduzir despesa e outro, aumentar a receita. Dado o tema do debate ser o que era, foi precisamente pela forma de gerar riqueza, ou seja, de aumentar a receita através do Comércio Local que centrei as minhas intervenções.
Antes de mais considero que esta é a via pela qual se poderão conseguir obter resultados mais cedo, mas isso só será possível se houver um projecto com cabeça, tronco e membros.
UM ANO!

Foi exactamente há um ano que coloquei este post a informar que o Um Rumo estava a ser reactivado.
Desde então para cá não tenho, e mais recentemente não temos, deixado de postar diariamente, foram 1634 posts ao todo. Este número ajuda a justificar as mais de 24.000 visitas num ano e os quase 45.000 posts visualizados. Para além disso, o Um Rumo, tem 25 seguidores identificados e um número indefinido de seguidores não identificados.
Também "ligámos" o Um Rumo ao Face Book, onde diariamente é seguido por milhares de utilizadores, dos quais, mais de 500, já confessaram gostar.
Considero um marco importante o dia em que abri este blogue a mais pessoas, as quais, têm contribuído decisivamente para o enriquecer. Para eles o meu muito obrigado por terem aceite este desafio.
Debate M.O.C. - Comércio Local. (Post 1)
Em primeiro lugar quero agradecer ao M.O.C. o convite que me endereçou para estar presente no debate que organizou ontem sobre o Comércio Local, o qual muito me honrou. Foi com muito prazer que estive presente e espero ter correspondido às expectativas, tanto dos organizadores como da plateia. Para terminar este post quero cumprimentar os meus colegas de debate, a Maria do Carmo e o Abel Matos, assim como a Teresa Salvado que foi a moderadora.
A selacção que não ata nem desata
Era o que se esperava de uma selecção inferior à nossa.
Tal como nos jogos de preparação, o onze nacional jogou mais para Cristiano Ronaldo do que o próprio Cristiano fez por se integrar no grupo. A igualdade sem golos está concordante com o que se passou. A nossa selecção está como o País – nem ata nem desata!
Só para Carlos Queiroz é que a culpa é dos jogadores africanos – não jogaram nem deixaram jogar… «nunca quiseram assumir o jogo e não permitiram aos nossos jogadores evidenciarem o futebol que sabem… mas no segundo jogo as equipas vão ter de arriscar mais e isso vai ser bom para o nosso grupo que mostrará as suas capacidades».
Onde está escrito que foi a Costa do Marfim que ficou de assumir o jogo?
Recordam-se da partida entre o Barcelona e o Inter quando a equipa de Mourinho ficou reduzida a dez jogadores? Não vimos o treinador Pepe Guardiola apontar o dedo ao homólogo José Mourinho por defender a vantagem na eliminatória.
Ora com certeza, contra a Coreia do Norte é que vai ser de verdade…
Mas a avaliar pelo desempenho dos Norte-coreanos diante do Brasil, temos mesmo é de jogar muito mais do que fizemos contra a Costa do Marfim. Acima de tudo evidenciar atitude ganhadora.
Todos acreditamos que estes jogadores querem estar na selecção. Mas duvidamos é que pretendam jogar o jogo que sintam as emoções dos milhões que os apoiam incondicionalmente porque é da representação da Nação que se trata.
Mais preocupante é que desta vez, com as excepções de Bruno Alves e Fábio Coentrão, nenhum jogador precisa brilhar para ambicionar um novo contrato milionário. Também temos de perceber que entre os escolhidos de Queiroz temos dois brasileiros que nem actuam em Portugal - apenas utilizam o benefício da nacionalidade portuguesa para terem o estatuto de futebolistas da Comunidade Europeia o que facilita a integração nas equipas dos países membros. Mas devemos pedir muito mais a quem recebe uma diária de 800 euros -16 mil euros nestas três semanas- um valor muito mais elevado aos salários da maioria esmagadora dos portugueses.
Fantástica apresentação da Liebherr
15.6.10
Paulo Aido continua a "falar das presidenciais"
Depois de há quinze dias ter escrito, também no Diário de Odivelas, o seu primeiro texto sobre estas presidenciais, hoje volta ao mesmo assunto, abordando o apoio do P.S. a Manuel Alegre.
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Presidenciais uma vez mais.
Continuo a falar das presidenciais. Depois do desconforto que senti pela posição de Cavaco Silva na questão do diploma que consagra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, venho agora falar do PS. A política é reveladora da coerência das pessoas.
D. Dinis está na moda
▪ Nova Associação e participada da Câmara organizam conferências
O Rei Dom Dinis está na ordem do dia. Depois da exposição e palestra sobre o Rei D. Dinis na Malaposta, das entrevistas temáticas sobre o monarca, numa perspectiva da importância do reinado na consolidação das fronteiras, sustentabilidade e desenvolvimento de Portugal, surge agora uma nova associação - Círculo Dom Dinis - que se propõe organizar um ciclo de Conferências de Odivelas em colaboração com a empresa Odinvest.
Segundo sabemos tratam-se de eventos que pretendem ser ponto de partida para uma partilha de reflexões e ideias sobre sustentabilidade e desenvolvimento económico do País.
A primeira conferência é já amanhã, dia 16, e ocorrerá no Centro de Exposições de Odivelas a partir das 21 horas. O encontro será apresentado pelo jornalista José Manuel Fernandes, ex-director do “Público”, e o orador será o professor e investigador António Barreto que falará sobre as realidades e desafios do Portugal Contemporâneo.
Certamente valerá ouvir aquele académico que se notabiliza pelas suas opiniões sempre pertinentes.
Da associação Círculo Dom Dinis sabemos que se representa por José Manuel Bragança Gil Antunes, presidente da Lusocapital, empresa que está envolvida no projecto do O’TECH em parceria com a Câmara Municipal de Odivelas.
Segundo informação assinada por Teresa Gil Antunes da Odinvest, estas conferências são co-organizadas com esta empresa também participada pelo Município de Odivelas.
14.6.10
Gostei!
Confesso que me esqueci e que quando lá passei por acaso, ontem ao fim da tarde, já a Feira de Antiguidades e Velharias estava a ser desmontada. Não deu para ver o que por lá se vendia, mas mesmo assim gostei de ver o largo do Mosteiro S. Dinis e S. Bernardo, com gente, com movimento e mais importante, com vida.
Boa iniciativa esta, a qual, daqui por diante se vai realizar todos os segundos domingos de cada mês.
Parabéns!
Plantam couves nos buracos da rua




As pessoas começam a dar vários sinais de cansaço e um pouco por todo o País.
As ondas de protesto são ainda claramente insuficientes para abanar os poderes.
Na Serra da Estrela, na localidade de Várzea de Meruge, perto de Seia, os habitantes perderam a pachorra em tanto pedir ao Presidente da Junta que tapasse os buracos de uma rua… E vai daí decidiram plantar couves nos buracos, ou não fossem eles grandes para que se pudesse fazer isso mesmo.
A este propósito escreveram uma frase fantástica que não resisto em transcrever:
Nunca a frase «atirou com o carro para as couves» fez tanto sentido.




