17.2.12
Assembleia Municipal de ontem.
Ontem foi dia de mais uma reunião da Assembleia Municipal, a primeira do ano, a qual, sem dúvida, ficou marcada pela questão do Skate Park e pela presença de vários praticantes, mas que teve também mais duas ou três notas relevantes.
No que respeita ao Sakate Park ficou assente, segundo informações dadas pela Presidente e pelo Vereador Paulo César, que vai haver apenas uma requalificação do espaço e que a área para a prática desta modalidade não irá ser reduzida.
Outra referência, aliás que já não é novidade, para a tentativa permanente do PS no sentido de desresponsabilizar José Sócrates e os seus seis anos de governação ou desgovernação (melhor dizendo), a qual conduziu o País ao estado deplorável em que se encontra. Atitude que originou que o CDS/PP emitisse imediatamente uma Declaração Política no sentido de chamar os socialistas à razão.
Também a assinalar, o facto do PSD, depois de até ao momento nunca ter dado importância à Cultura, de ter chumbado na Assembleia Municipal um projecto vastíssimo nessa área, de não ter participado na assinatura da Petição para abertura ao público do Mosteiro de Odivelas e de pouco ou nada fazer para valorizar a presença e a ligação de D. Dinis a Odivelas, ter apresentado uma proposta nessa área. Recomendou a abertura de um posto de turismo e embora não se perceba para que servirá esse equipamento, uma vez que o património histórico do concelho está vetado ao abandono e as iniciativas culturais são praticamente inexistentes, é, pelo seu simbolismo, de realçar esta iniciativa.
16.2.12
A SEMENTE.
Todos nós não somos mais que o fruto de milhões e milhões de sementes, umas lançadas há mais tempo que outras, mas onde todas se entrelaçam entre si. E é todo esse conjunto de infinitas sementes e a forma como em nós se desenvolveram cada uma delas que faz que cada um de nós seja um ser único. É também esta a razão de irmos evoluindo neste ou naquele sentido.
Mas se é verdade que todos somos fruto de milhões de sementes, a grande verdade é que todos somos também uma semente. Semente essa que por sua vez está permanentemente a gerar mais sementes.
Sendo assim, quando se lançam as sementes à terra nunca sabemos quais as que florescem e se muitas por ventura, a maior parte, não passam de sementes, outras há que germinam. A grande verdade, é que é impossível anteciparmos quais são umas e outras.
É importante termos sempre presente que estamos permanentemente a semear, só assim poderemos estar atentos às sementes que lançamos. É que mais cedo ou mais tarde, muitas vezes quando já não esperamos, elas podem germinar e tanto pode acontecer com proveito ou prejuízo próprio, como de terceiros. Muitas vezes apercebermo-nos disso, outras há em que nunca o saberemos.
Vem isto a propósito de algo que em 2010 ajudei a plantar e que há dois dias, sem que estivesse à espera, sem que tivesse regado mais alguma vez, germinou. Não tirei proveito próprio e até só soube posteriormente, é indiferente. Não sei se é uma árvore de folha caduca, de folhagem permanente ou uma daquelas plantas que dá uma linda flor e depois morre, mas sei que nesse dia pelo menos uma pétala apareceu.
15.2.12
14.2.12
Comédia na televisão online
O jurista Oliveira Dias, um socialista das costelas todas – agora doutorado em ciência política -, mais parece ter obtido uma licenciatura em ciências ocultas.
Por exemplo, fala das reuniões da Câmara de Odivelas como se lá estivesse presente alguma vez. Critica a oposição sem sequer saber o que estes vereadores fazem.
Também profere algumas atoardas: que a Assembleia da República não se pode pronunciar ou promover legislação vinculativa para as autarquias locais.
Ora então, ficámos a saber que Lei feita no parlamento serve a todos menos às autarquias. Então, quem é que legisla para o Poder Local?
Excelente!
E depois ainda nos pedem esperança no futuro… Com iluminados deste alto nível devemos suplicar para que nos afastem estes castigos.
Por exemplo, fala das reuniões da Câmara de Odivelas como se lá estivesse presente alguma vez. Critica a oposição sem sequer saber o que estes vereadores fazem.
Também profere algumas atoardas: que a Assembleia da República não se pode pronunciar ou promover legislação vinculativa para as autarquias locais.
Ora então, ficámos a saber que Lei feita no parlamento serve a todos menos às autarquias. Então, quem é que legisla para o Poder Local?
Excelente!
E depois ainda nos pedem esperança no futuro… Com iluminados deste alto nível devemos suplicar para que nos afastem estes castigos.
Mas podem ver as intervenções do doutor Oliveira Dias:
- Ao minuto 44', diz que a emissão de parecer prévio não é obrigatória porque não consta do Código de Contratação Pública, esquecendo-se que é uma imposição das duas últimas Leis do Orçamento de Estado;
- Ao minuto 48', introduziu o conceito, novíssimo, do 'Vereador da Senha', que é um fulano de má vontade porque só faz requerimentos cuja resposta é impossível como é, certamente, o caso daquele que se encontra por responder há 706 dias e que pretende que se saiba a lista do património municipal... Essa impossibilidade maldosa!;
- Ao minuto 64', ficámos a saber que os 'Vereadores da Senha', vulgo Vereadores da Oposição não prestam qualquer trabalho, numa clara demonstração do desconhecimento das virtudes do contraditório e da fiscalização democrática que nem as Assembleias Municipais exercem.
Há prédios e prédios, edifícios e edifícios, construções e construções.
Já todos nós, em mais que um local, vimos vários prédios serem construídos. Há os que nunca acabam (obras de Santa Engrácia) , há aqueles que sem percebermos aparecem de repente com vários andares (frágeis e ocos) e há ainda aqueles, que de início, embora se vejam pessoas a trabalhar, parecem não crescer ou crescer devagar, mas que passada essa fase evoluem a um ritmo normal (robutos).
Eu prefiro os últimos, são os que pelo trabalho que foi feito a sedimentar a sua base, ou se preferirem os seus alicerces, mais garantias de segurança me transmitem.
Vem isto a propósito do Sporting. O que aconteceu com o afastamento do Domingos, infelizmente não foi mais do que a falta de uma base sólida e sustentada, a qual é necessária para ter a necessária paciência, a qual era indispensável para segurar aquele que era considerado um dos pilares mais importantes do edifício. Espero que o empreiteiro consiga reparar ou reconstruir este pilar, mas sinceramente, até pela forma como o deixou cair, temo que o consiga.
Nota: Como muitos sabem não votei nem apoiei a candidatura de Godinho Lopes, por várias razões nunca o faria. Contudo, há muito tempo que entendo a situação do clube é demasiado complicada e por isso penso que no interregno das eleições devemos estar todos unidos a apoiar quem lá está.
13.2.12
As aparências iludem, é bem verdade!
Talvez seja por isso, quando caminhamos a pé, muitas vezes sejamos tentados a optar por descidas em vez de subidas, chegando mesmo utilizar a célebre expressão popular “para baixo, todos os santos ajudam”.
Porém, quem está habituado a caminhar sabe bem que esta expressão não corresponde à realidade, pois é geralmente a descer, tentados pelo facilitismo, que se contraem lesões e se dão grandes trambolhões. Para além disso, é a subir que se ganha o músculo, a rigidez, a fibra e a resistência que nos permite estar melhor preparados e ir mais além.
Conduzir abraçado à vida
A publicidade é um dos mais privilegiados meios de comunicação. Mais do que simples divulgação ela tem a capacidade de gerar notoriedade sobre uma marca, produto ou sobre uma simples mensagem ou conceito de vida.
A publicidade tende ao longo das últimas quatro décadas a distanciar-se do sinónimo propaganda: ela depende de técnicas elaboradas, de meios sofisticados e, acima de tudo, da capacidade criativa, engenho e arte a quem se lhe dedica. A publicidade está hoje entre as seis maiores indústrias planetárias e é porventura a que mais utiliza as tecnologias de ponta do audiovisual. Também os suportes actualmente disponíveis.
Os anúncios nos meios impressos ou nos meios audiovisuais são alguns dos formatos que concretiza a publicidade e que podem sugerir os mais variados estímulos, mesmo ao mais incrédulo dos humanos.
O filme que se apresenta adverte para a necessidade da utilização de cinto de segurança quando nos fazemos transportar num veículo automóvel e as suas mensagens encontram-se imbuídas de uma imaginação magnífica. É que além de nos alvitrar o uso do cinto de segurança, recorda-nos a família que nos protege, que precisa de nós… Que são muitas vezes uma espécie de anjos da guarda e de companheiros a tempo inteiro. A intervenção da família nesta história, também nos remete para as nossas responsabilidades sociais que nos obriga a estarmos abraçados à vida.
Na gíria publicitária, estamos perante um belíssimo ‘spot’ de televisão de minuto e meio realizado com imensa arte e engenho.
A publicidade tende ao longo das últimas quatro décadas a distanciar-se do sinónimo propaganda: ela depende de técnicas elaboradas, de meios sofisticados e, acima de tudo, da capacidade criativa, engenho e arte a quem se lhe dedica. A publicidade está hoje entre as seis maiores indústrias planetárias e é porventura a que mais utiliza as tecnologias de ponta do audiovisual. Também os suportes actualmente disponíveis.
Os anúncios nos meios impressos ou nos meios audiovisuais são alguns dos formatos que concretiza a publicidade e que podem sugerir os mais variados estímulos, mesmo ao mais incrédulo dos humanos.
O filme que se apresenta adverte para a necessidade da utilização de cinto de segurança quando nos fazemos transportar num veículo automóvel e as suas mensagens encontram-se imbuídas de uma imaginação magnífica. É que além de nos alvitrar o uso do cinto de segurança, recorda-nos a família que nos protege, que precisa de nós… Que são muitas vezes uma espécie de anjos da guarda e de companheiros a tempo inteiro. A intervenção da família nesta história, também nos remete para as nossas responsabilidades sociais que nos obriga a estarmos abraçados à vida.
Na gíria publicitária, estamos perante um belíssimo ‘spot’ de televisão de minuto e meio realizado com imensa arte e engenho.
Rumo a um futuro melhor
Portugal está a atravessar um dos momentos mais conturbados da sua história, e para que esta má sina seja ultrapassada terá que encontrar as respostas primeiro cá dentro antes de se voltar para fora, culpabilizando a Europa ou demonstrando-lhe que é capaz. A Europa não nos vai resolver problema nenhum, a não ser o de nos financiar o curto e médio prazo.
Teremos que pensar muito bem em diagnosticar com seriedade e uma profunda lucidez o que nos levou a este tão mau estado!
Somos ainda um imaturo País consumista europeu com apenas algum poder de compra de 15 ou 20 anos a esta parte e talvez por isso, não soubemos aproveitar os fundos que recebemos da CE para fazermos face à adaptação da nossa adesão e às exigências da união. Fizemos mais ou menos o que fez o Alberto João Jardim na Madeira, ergueu estradas em sítios inacessíveis e nós na década de 90 construímos também, estádios de futebol, estradas a mais e que não travaram a desertificação do interior! Mais, pagámos a agricultores para deixarem os campos e a pescadores para venderem as embarcações! Contrariamente à Espanha e à Irlanda que souberam canalizar parte dessas verbas para o sector produtivo, que por sua vez as verteu rentabilizadas para a economia. E o efeito está à vista!
Ficámos para trás, e isso paga-se caro! Tivemos governantes com pouca visão de futuro, vai-se fazendo pouco, e à boca das eleições, trabalha-se à pressa e mal! Essa postura até tem chegado para ludibriar os mais incautos. E a população portuguesa de brandos costumes, é levada na onda de meia dúzia de chico espertos que não fazem, não querem fazer, e até têm raiva que os outros façam....
Há que contrariar esta tendência e reabilitar o sector produtivo, inovando e diferenciando! Todos nós temos que acrescentar valor às nossas atitudes financeiras e economicistas, mas acima tudo teremos que reinventar este País, e talvez assim se consiga re-erguer e olhar o futuro de frente!
Para isso, teremos mesmo que fazer alguma coisa, apresentar soluções para estes problemas que nos assolam, família a famlía, concelho a concelho, por forma a encontrarmos uma saída para esta crise financeira e last but not least tentar ultrapassar igualmente o nosso problema de mentalidade saudosista que está sempre à espera de um milagre, ou que um qualquer D. Sebastião apareça para nos salvar a todos!
12.2.12
Mais depressa se apanha mentiroso.
Oh Arménio, tu que passas a vida a dizer que todos querem enganar os trabalhadores, que tu é que sabes, que tu é que falas verdade e depois fazes destas, dizes que estiveram 300.000 no Terreiro do Passo. Não vez que isso é matematicamente impossível, clica aqui e confere as contas. Quem é que queres enganar?
Hospital também é local turístico
Excelente registo recebido de um amigo: Da leitura da última newsletter da Câmara Municipal de Odivelas, a 373, fica subentendido que a autarquia também promove uns passeios ao concelho vizinho. Desta vez a Loures, ao hospital, na companhia de idosos e de um boneco gigante.Ora leiam:
“Foi com particular interesse que verifiquei que a Câmara Municipal de Odivelas levou utentes dos centros de dia do concelho, a visitar o novo Hospital de Loures, na companhia da Sr.ª Presidente Susana Amador. E fez gala de tal evidenciar nos espaços de propaganda habitual. Magnifico!
Considero mesmo, que esta terá sido uma iniciativa com elevado sentido de humor negro, pois se tivessem menos 10 a 20 anos levá-los-iam à abertura de uma qualquer grande superfície, como já estão naquela fase em que (julgam os tontos) qualquer saída de casa é boa, optou-se por lhes mostrar uma obra de regime (e são estes aprendizes de democratas que dizem mal do Salazar, todavia não perdem uma oportunidade para exibir as grandiosidades do império).
Por outro lado, levar um idoso a visitar um hospital, poderá resultar numa leitura estranha: idoso, doente, hospital,… . Já sei, para a semana vão levar este mesmo grupo de idosos a visitar as obras de ampliação de um qualquer cemitério, ou se calhar um daqueles da Servilusa. Enfim!".
11.2.12
10.2.12
9.2.12
Importado de Angola
André Azevedo Alves, através do Insurgente, importou um excelente texto a propósito do acordo ortográfico. Boas lições que nos chegam de Angola.
Avais & Avais.
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| Livrança - O documento que sempre detestei. |
Tenho presente, as “guerras” que tive (longe de ter sido o único) com alguns bancos e financeiras devido às exigências que faziam sempre que em nome de alguma empresa solicitei crédito. Independentemente da situação financeira e económica da empresa em questão e do facto de ser uma negociação entre duas entidades empresariais, havia sempre ou quase sempre por parte deles a exigência do aval dos sócios e muitas vezes até dos conjugues, algo que na minha opinião era inadmissível e abusivo.
A conversa, embora na maioria dos casos não a entendesse, porque para além de tudo o resto os números falavam por si, era sempre a mesma, o risco, o risco, o risco.
Se já na altura muitas vezes contra-argumentei dizendo que o risco de emprestarem dinheiro a alguma dessas empresas era o mesmo que essas empresas tinham ao fazerem depósitos nessas instituições, hoje com os números que são conhecidos do sector financeiro, milhões de euros de prejuízo em 2011, o nosso risco é consideravelmente maior. É por essa razão, que sempre que me telefonam de algum banco a oferecer os serviços eu pergunto sempre: os vossos accionistas ou administradores avalizam em nome pessoal os depósitos?
Com amigos destes, ...
Há quem não concorde com a estratégia alemã e a forma como Merkel a tem conduzido, eu sou um deles. O curioso é ver quem a ataca e a questiona sobre o seu projecto europeu, vir hoje a terreiro defender Martin Shultz, o qual criticou Portugal por tentar aprofundar relações com países não europeus. Quanto a mim foi uma ingerência a todos os níveis inaceitável.
Mas como esta ingerência não vem de Mekel, já hoje ouvi logo pela manhã, o socialista Capoulas dos Santos dizer "O Martin é um grande amigo de Portugal."
8.2.12
Coragem!
Não podemos viver sem coragem! Sem coragem ninguém sairia de casa, ninguém entraria de um avião, ninguém ligaria um aquecedor. Tudo pode rebentar! Mas a coragem maior é aquela que precisamos para sermos coerentes connosco próprios e com os nossos valores, sobretudo quando todos atacam ou se riem deles. Sem coragem não há personalidade nem felicidade!
Vasco Pinto de Magalhães.
7.2.12
Um carro, muitas artimanhas e 1000 instrumentos
Bem que podemos afirmar que a criatividade não tem limites.
Música construída dentro de um automóvel e com um conjunto de estratagemas para fazer tocar cerca de 1000 instrumentos ao longo de um percurso de 2 quilómetros. O resultado é singular.
O projecto contou com a parceria da Chevrolet. O Chevy de Sonic é o modelo utilizado que foi equipado com braços retrateis pneumáticos destinados a tocar os instrumentos. O evento foi realizado num deserto junto à cidade Norte-americana de Los Angeles.
Música construída dentro de um automóvel e com um conjunto de estratagemas para fazer tocar cerca de 1000 instrumentos ao longo de um percurso de 2 quilómetros. O resultado é singular.
O projecto contou com a parceria da Chevrolet. O Chevy de Sonic é o modelo utilizado que foi equipado com braços retrateis pneumáticos destinados a tocar os instrumentos. O evento foi realizado num deserto junto à cidade Norte-americana de Los Angeles.
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