21.1.11

Acabei de ler ...

... a perspectiva de José Manuel Fernandes.

Explicação da crise

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Há uma coisa em que concordo com Cavaco.


Acaba hoje a camapanha eleitoral para as Presidenciais e ainda há algumas incertezas. Se Cavaco ganha à primeira, se Nobre fica à frente da Alegre e qual o valor da abstenção, são algumas delas.

Embora não saiba a quantidade, sei também que ainda há muitos indecisos, pelo menos junto de pessoas que conheço essa é uma realidade a ter em consideração.

No meio de toda esta camapanha, a qual confesso que não acompanhei com muita atenção, há uma coisa em que concordo interamente com Cavaco, perante o cenário que nos é apresentado, Portugal não ganha nada com uma segunda volta.

Um filho da crise chamado Hara

O programa para criação do emprego próprio consegue muitas das vezes promover o início de pequenas empresas que ganham com relativa facilidade notoriedade.
Hara é o nome de um espaço onde se praticam terapias alternativas, neste caso relacionadas com a medicina tradicional japonesa e também onde se criou a marca Indian Roses Eventos.
O Hara é dirigido por Mariana Pinho e é um bom exemplo de revitalização do comércio e serviços locais de que ainda em situações mais extremas existe quem acredite que o êxito ultrapassará a crise.
Oxalá para bem de todos.
Em baixo a hiperligação com o convite para a inauguração que ocorreu no passado dia 22 de Outubro, mas que aqui se publica pelas imagens do espaço
http://www.39.miktd.com/viewemail.php?id=621a85908e55638ee5706362a2c8a2dd&c=3137&m_id=62953&uid=87e0812ff2
José Maria Pignatelli

20.1.11

Pensamento do dia.


Quando passamos uma tarde ou um serão a jogar cartas é frequente recolhe-las, baralhá-las e voltar a distribui-las, durante essas horas, pese o facto de depender do jogo, por vezes repete-se esses gestos vezes sem conta. Na vida às vezes acontece o mesmo, por vezes temos que baralhar as cartas e voltar a distribuir.

O problema da inerência.

Um presidente de Junta de Freguesia está na Assembleia Municipal por inerência, ou seja o facto de ser presidente de junta concede-lhe essa possibilidade. Perante este facto levanta-se a questão - será que deve estar amarrado à disciplina imposta pelo partido, ou será que deverá estar a defender os superiores interesses dos fregueses?
Já há uns tempos tinha colocada esta questão em relação a um outro Presidente, ontem no Informalidades, por causa da Escola Barbosa du Bocage e desta vez em relação a Rogério Breia, pessoa com que simpatizo e que tenho em consideração, voltei a pensar neste assunto.
Sei que não tenho este problema no meu partido, nem na minha bancada da Assembleia Municipal, portanto talvez seja mais fácil falar dele e com toda a certeza dependerá dos casos, mas é minha opinião, sobretudo nestes casos, que o Presidente de Junta de Freguesia deve colocar em primeiro lugar os superiores interesses da freguesia que representa e dos seus fregueses.

Concurso Público




Post da Sra. Dra. Máxima Vaz...










Wikipédia - Concurso público é um processo selectivo que permite o acesso a emprego ou cargo público de modo amplo e democrático. É um procedimento impessoal onde é assegurada igualdade de oportunidades a todos interessados em concorrer para exercer as atribuições oferecidas pelo Estado, a quem incumbirá identificar e seleccionar os mais adequados mediante critérios objectivos.


Só que aqui reside um problema comum a quase todos os orgãos que enquadram esta competência que é o facto deste processo se encontrar logo à partida prejudicado dessa devida isenção e imparcialidade. Tal sucede em virtude do próprio Estado não estar interessado em conferir-lhe a devida objectividade como lhe competiria.

O único critério objectivo que contempla este processo chama-se tráfico de influências e é mais conhecido como compadrio, congregando as devidas compensações de carácter eleitoralista e outras….


Mais um lugar honroso para Portugal.

Escola Barbosa du Bocage “esteve” no Informalidades.

1 - Que os problemas estruturais derivados da reabilitação que foi feita nesta escola há pouco mais de um ano são enormes, já eu sabia.

2 - Que representam um elevado perigo para as crianças, também tenho conhecimento e já o denunciei.

3 - Que a Directora da escola não tem capacidade para resolver os problemas e por tanto também ela é um enorme problema, também já tinha percebido.

Não tinha percebido, é que o Presidente da Junta de Freguesia da Póvoa de Santo Adrião, Rogério Breia, também tinha esta percepção. Não o tinha percebido, porque nunca o vi fazer uma intervenção na Assembleia Municipal a este respeito, nem mesmo, quando eu confrontei o executivo com estas questões e já o fim por diversas vezes.

Os homens da 1.ª República

Comemorar a República é, acima de tudo, destacar as medidas que foram justas e os homens que as propuseram. A maior parte são ignorados e os seus ideais de justiça esquecidos.
Parece-me conveniente, pela sua actualidade, recordar o Senador Nunes da Mata que, na Câmara Alta, apresentou um projecto de lei que dizia no seu artigo 1.º:

"Todos os cargos públicos civis, permanentes ou vitalícios, quaisquer que eles sejam, em todos os ministérios ou suas dependências, são concedidos mediante concurso público."

E justificava afirmando: "...sendo essencial evitar que os cargos públicos sejam dados em virtude de empenhos ou pedidos..."

Só por esta proposta, Nunes da Mata merece o meu reconhecimento. Foi aprovada pelo Senado e publicada, não sei é se chegou a ser cumprida.

Deve ter sido já revogada. Se não foi, poucos a devem conhecer e ainda menos a cumprem!

Informalidades de ontem.


Ontem participei em mais um Informalidades, desta feita na Póvoa de St.º Adrião.

Por esta sessão ter sido aproveitada para um balanço sobre o primeiro ano do mandato de Rogério Breia à frente desta Junta de Freguesia (escreverei um post sobre isso), abordei o descrédito em que caiu a classe politica/necessidade de se alterar esta tendência e a Agenda Europa.

Have a nice day - Bon Jovi

19.1.11

Macau a 360 graus...

Para ver Macau a 360 graus...
Para perceber do fomos capazes de construir e de nos adaptarmos a realidades muitas vezes hostis, mas também de uma integração a Oriente numa cultura distinta.
Deixámos Macau a quem nos tinha oferecido o território por nobres serviços prestados há séculos. Confundimos momentos de histórias diferentes. Misturámos Macau com Hong Kong...
Agora andamos nós de mão aberta e esticada a mendigar aos que nos ficaram com um património insubstituível, quer do ponto de vista histórico, de desenvolvimento e modernidade urbana e económico, por força de múltiplas actividades e particularmente dos jogos de mesa.
Temos de responsabilizar os líderes que decidem prejudicar a Nação que optam pelo facilitismo mesmo nas relações internacionais não ousando utilizar na plenitude a diplomacia.
Em 36 anos ficámos reduzidos a muito pouco. Falamos em aumentar exportações... E permite questionar: exportações de que bens?
Por exemplo, os têxteis e o calçado batem recordes de qualidade, mas não de quantidade e ainda por cima atravessam agora o momento que devia ter sucedido há vinte anos atrás: criar marcas próprias, aproveitando os proveitos financeiros da produção enquanto subempreiteiros, onde o "made in Portugal" aparecia e ainda aparece demasiadamente discreto.
Não temos dimensão para concorrer com as maiores indústrias, mas antes nos mercados que exigem qualidade dispostos a pagar preço mais alto, preço justo na troca do produto certo, diferente, com desing, capaz de fazer ele próprio a moda do momento.
Ora vejam o que oferecemos aos chineses:
http://61226.com/self/macau.htm

José Maria Pignatelli

Somos os maiores!



Vivam os Portugueses!!!








Doadores de Medula Òssea

Até que enfim que estamos no topo do ranking por Muito Boas razões!


O Número de doadores registados aumentou 35% num ano!!!


Somos o 2º País a nível Europeu com maior número de doadores!


E o 3º País a nível mundial!!!!

Hoje há Informalidades.

É às 22.00 na Póvoa de Santo Adrião (Casa da Cultura).

Arrasador.


Um inquérito inquérito que foi conduzido pela consultora Gfk junto de 1002 portugueses, entre os 18 e os 64 anos, de todo o território de Portugal Continental, é arrasdor para a classe política. Só 6% dos portugueses confiam na classe políltica.

Mas este inquérito , embora de forma mais soft, arrasa também a justiça, a administração pública e os sindicatos, neste caso "só" 70% dos portugueses é que não confiam.

Resta-me perguntar: porque será?

Pesquisando assuntos tratados na Câmara dos deputados da 1.ª República, encontramos com frequência afirmações com as quais se poderia organizar um manual de formação cívica e política. E essas frases nem sempre são proferidas por figuras notáveis e conhecidas. Também, como já tenho afirmado, figuras menos conhecidas, foram os construtores dos ideais republicanos.

Num debate ocorrido a 27 de Julho de 1914, diz o deputado Manuel Bravo:"...repugnam-me os processos políticos que não nobilitam o carácter."

Como também tenho sempre afirmado, a política é uma nobre actividade. Quem não a exerce nobremente, não deve estar na política, porque não tem o direito de a enlamear nem de tirar a esperança aos seus compatriotas.

Todo o trabalho político é um serviço público e o político nunca deve praticar actos que ponham em causa a sua nobreza de carácter.

Campanhas

Se estamos numa de campanhas... que não sejam as presidênciais, que essas até cheiram mal de tão más e tão baixas que têm sido... então espreitem estas duas:

1. http://www.imagensdemarca.sapo.pt/radar/detalhes.php?id=2456

2. http://www.imagensdemarca.sapo.pt/radar/detalhes.php?id=2442


Haja criatividade!!!

A cerveja de todas as fantasias

A cerveja Sapporo é rainha num filme publicitário de elevada qualidade e imaginação.
A criatividade poderá não ter limites.
A capacidade humana de inventar e reinventar pode mesmo alcançar enormes fantasias.
O filme que podem ver em
http://www.youtube.com/watch_popup?v=K-Rs6YEZAt8 demonstra isso mesmo: uma ficção em torno da história da produção de uma cerveja a Oriente.

José Maria Pignatelli

"Outono" ganhou concurso


O trabalho intitulado “Outono” da autoria de Inês Coelho e Sousa foi distinguido com o primeiro prémio do Concurso anual promovido pelo Sindicato dos Funcionários Judiciais para crianças que completassem 12 anos até final do ano passado.
Este desenho feito a carvão já aqui tinha merecido destaque, pela qualidade e impressionismo misturado com o realismo manifestado pela jovem Inês que mostra uma perspectiva de ver e sentir o Outono. O desenho exprime sentimentos e fala connosco. Inês Sousa é aluna de quadro de honra do 8º ano da Escola Vasco Santana em Odivelas.
Rafaela Ferreira Pinho foi a 2ª classificada com um trabalho a que chamou de “Arte com cor”, que poderemos considerar também de elevado nível de expressão e plasticidade que anuncia a vida, a nossa natureza e o planeta colorido em que vivemos.
Ambos os trabalhos são notáveis se atendermos à idade das autoras, mais ainda se afiguram importantes num momento particularmente conturbado do ensino em Portugal, onde se mostra complexo entusiasmar alunos, professores e pais e fazê-los entender da importância da instrução e da cultura para o futuro da Nação.
Os galardoados e os prémios - um Nintendo DSI, um relógio Swatch e um livro – deviam ter sido conhecidos e entregues no passado dia 12 de Dezembro e publicados na revista Citote e em
www.sfj.pt... Mas acabaram por só ser anunciados esta semana.
Para consultarem os mais bem classificados é ver o link em baixo:
http://www.sfj.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=389&Itemid=121

José Maria Pignatelli

18.1.11

Vale sempre a pena - Ponto e Virgula

Ted Williams. Sem-abrigo. Pedinte. Cantava um dia numa rua, numa cidade dos Estados Unidos, quando foi descoberto por um jornalista (sim, às vezes essa cambada que são os jornalistas até são úteis) que ficou maravilhado com a sua voz e o ajudou. Agora tem uma casa e trabalho. Reconstruiu a vida.
Este jornalista, que até poderia ser outra coisa qualquer, não ficou indiferente, agiu. Podia ter largado uma moeda aos pés do pedinte e seguido o seu caminho. Relegando este pedinte, como tantos outros, à sua invisibilidade. Mas não. Este homem olhou, viu e mais uma vez não foi pelo facilitismo, não deu o peixe, ensinou a pescar.
E é aqui que está um dos pontos fundamentais da ajuda social.
Na sua boa vontade as instituições de solidariedade social e alguns movimentos cívicos desdobram-se em acções meritórias em prol dos que mais precisam. E muitas vezes quem mais pode e quem tem a obrigação de ajudar assobia para o lado.
No entanto, não chega darmos os peixes. Temos que incentivar e ensinar a pescar.
Porque infelizmente há também muito boas pessoas que se tornam dependentes destas ajudas e usam e abusam dos apoios à disposição.
Infelizmente muitas destas pessoas não querem trabalhar e acabam por prejudicar os que querem e devido à grave situação económica que se vive, que fez disparar os números do desemprego, não conseguem.
É a categoria dos subsidio-dependentes, uma verdadeira praga que acha que as instituições têm obrigações para com eles e eles só têm direitos. E que desequilibram o sistema social, tal como os que fogem aos impostos, os que declaram menos do que ganham, os que empregam injustificadamente trabalhadores a recibos verdes, os que utilizam para proveito próprio e dos seus interesses o dinheiro público que deveriam gerir com honestidade, os que fecham os olhos e admitem irregularidades administrativas, entre tantos outros exemplos que há neste país pequenino comandado por gentalha mesquinha.
Se ensinarmos a pescar talvez a gente boa que este país tem venha ao de cima e deixe de haver lugar para aproveitadores e carreiristas.
Temos de fazer com que quem não tem valor e valores sinta vergonha, se sinta a mais e se perca no meio de uma maioria que quer elevar Portugal.


Teresa Salvado

(Texto escrito para a rúbrica "Ponto e Virgula", publicado no jornal Nova Odivelas)

Agenda Europa = BRAVO!!!



"Gastaram cinco milhões de euros para fazer e distribuir esta agenda. Colorida e de aspecto simpático, já chegou a 3200 escolas secundárias, ONGs e instituições variadas, espalhadas por todo o espaço da UE, incluindo Portugal.

Folheamos a dita agenda e encontramos indicações consideradas úteis sobre sexo seguro, como deixar de fumar, ser tolerante e combater a xenofobia. Há sete anos que existe esta agenda, mas desta vez resolveram incluir referências ás principais festas religiosas. Assim, a "Agenda Europa" assinala as festas dos judeus, dos muçulmanos, dos hindus, fala do ano chinês... mas, sobre as festas do cristianismo nem uma só palavra.

A maior religião da Europa não merece qualquer referência... por exemplo, abrimos a agenda no dia 25 de Dezembro e ficamos a saber que a primeira árvore de Natal surgiu na Estónia no século XV... e se formos ver o que diz a agenda no Domingo de Páscoa, encontramos umas breves linhas sobre a deusa Europa.

Choveram protestos da França, Polónia, Itália, Irlanda e Espanha. Durão Barroso mandou dizer que vai fazer três milhões e duzentas mil erratas para juntar às agendas já distribuídas.

É a Europa que temos! "

Depois de ler este texto da autoria da Aura Miguel, só me apetece dizer:

Bravo! Continuem assim que a Europa vai longe.

E mais uma vez... pintemos a cara de preto

A notícia que segue neste post foi retirada na integra do site do Diário de Notícias".
Uma morte é sempre uma morte... Nestas condições só vem provar que Portugal já não vive na pobreza, vive sim na miséria humana em todos os seus sentidos.
Quatos e quantos casos semelhantes de alguma forma já ocorreram e nem sabemos?
Eu sinto-me envergonhada.




"Sem-abrigo morre à porta de centro


Utentes de Xabregas acusam a direcção de prepotência e denunciaram o caso ao PGR. Centro não o nega.

Uma mulher idosa "bastante debilitada" entrou no Centro de Acolhimento de Xabregas numa sexta-feira à tarde para lá ficar o fim-de-semana. Dormiu e, no dia se- guinte, não entregou a chave do cadeado do armário como obriga o regulamento. Nessa noite, não foi autorizada a entrar e "dormiu à porta". "Foi encontrada morta. O INEM já nada pôde fazer."

A morte da mulher é denunciada pelos sem-abrigo antigos do Centro de Acolhimento de Xabregas (CAX), que garantem que aconteceu em 2010 e foi a gota de água que fez transbordar as queixas em relação à gestão de João Barros, em funções desde 2007.

"Um auxílio não se nega a ninguém. O caso foi abafado e não foram apuradas as responsabilidades", protesta Osvaldo Moleirinho, 53 anos, que frequenta o CAX há 12. É quem dá a cara pelos utentes mais antigos e que escreveu cartas para várias instituições públicas, nomeadamente a Câmara Municipal de Lisboa, a Segurança Social e a Procuradoria-Geral da República (PGR). "Acabei de receber uma carta do PGR a dizer que o caso está a ser investigado", informa.

O Centro de Acolhimento de Xabregas é entendido como uma solução de emergência e não uma residência. Logo, os sem-abrigo deixam os objectos pessoais num cacifo durante a noite e são obrigados a retirá-los no dia seguinte.

"O dr. João Barros implementou uma nova regra: todos os utentes que à saída se esqueçam de entregar a chave do cadeado do armário passam essa noite na rua", conta Osvaldo Moleirinho".

Sporting e o deficit humano


(Claques do Sporting anos 80)


Entre 1974 e 2000, ou seja num espaço de 26 anos, o Sporting foi campeão apenas por duas vezes, 1979/80 e 1981/82. Apesar disso, durante as décadas de 80 e 9o, o Estádio de Alvalade continuou a registar grandes assistência.

Lembro-me de assistir a vários jogos, ainda antes de serem colocadas as cadeiras, com mais de 80.000 pessoas; lembro-me da quantidade de sócios que então tinha o clube (chegou aos 100.000); lembro-me de a massa associativa do Sporting, mesmo sem ter muitos motivos para festejar, ser considerada a melhor e mais fiel do país. Hoje o que mais me custa e o que mais me entristece, mais ainda que os resultados desportivos ou que os problemas financeiros, é o deficit no relacionamento entre o clube e adeptos.

Este é o maior problema do Sporting e aqui está a maior falência do "Projecto Roquette". Com este projecto, os sócios passaram a ser mal tratados, passaram a ser apenas um número, passaram a ser tratados da mesma forma como por vezes uma qualquer empresa monopolista trata os seus clientes, ou mesmo, como o estado trata os contribuintes.