6.4.11

Paulo Aido arranca com "Roteiro pela Inclusão"






O Vereador Independente Paulo Aido iniciou o “Roteiro pela Inclusão Social”, na passada segunda-feira, com objectivo de conhecer a realidade e a dimensão das famílias mais carenciadas e desprotegidas, caracterizar o actual tecido social, económico e cultural dos meios onde vivem e conhecer as instituições de solidariedade, as suas adversidades e os seus modelos de actividade. O autarca visitou a Conferência Vicentina da Sagrada Família da Pontinha e o Centro de Dia da Sagrada Família da Pontinha integrado na IPSS, Associação das Obras Assistenciais da Sociedade de S. Vicente Paulo.

Reinventar o voluntariado

A Conferência Vicentina ajuda cerca de 300 pessoas em 128 agregados familiares, distribuir roupas, calçado, mobiliário e alguns produtos de higiene, com recurso a voluntários, benfeitores e ao Banco Alimentar. Nas instalações recentemente cedidas pela Câmara de Odivelas - muito pelo contributo das intervenções do vereador Paulo Aido em reuniões do Executivo – os espaços são bem aproveitados e mostram o apreço pelos bens doados e de benfeitores.


Mais mobilidade porque há cada vez mais idosos em casa

O Centro de Dia da Sagrada Família, no Bairro Dr. Mário Madeira – como IPSS que é - assiste 80 pessoas em Centro de Dia, presta assistência domiciliária a 50 outras pessoas e oferece o centro de convívio a outros trinta. As maiores dificuldades resultam de dois factores que se cruzam, o aumento considerável de idosos com dificuldades de mobilidade a ponto de não se conseguirem transportar até ao Centro de Dia, e a contenção da despesa, que não permite a aquisição de mais um veículo para possibilitar maior celeridade quotidiana na assistência domiciliária que aumenta com os casos de perda de motricidade referidos. A propósito das questões financeiras, Paulo Aido soube que esta instituição ainda não recebeu da Câmara Municipal de Odivelas, os 5.300 euros de apoios aprovados em Reunião de Executivo de 4 de Agosto do ano passado.

Para o autarca, urge olharmos à nossa volta “para percebermos o que acontece e poderá estar eminente em resultado das dificuldades cada vez maiores que se avizinham e saber utilizar o nosso metro quadrado de influência, nem que seja só no prédio ou no bairro onde vivemos... Temos de olhar pelos mais desprotegidos por aqueles que nada têm e quase ninguém lhes liga”. Tal qual disse ao longo da campanha eleitoral, o Vereador Paulo Aido, assumiu o compromisso de tudo fazer para, junto da Câmara de Odivelas, encontrar apoios imprescindíveis ao desenvolvimento do trabalho social relevante que estas instituições fazem e que substituem as obrigações do Estado.

Imagem da ontem - A Esquerda e o Poder.



"Odivelas Um Rumo" com link para a Malaposta.

A partir de hoje estará disponivel aqui no blogueb, na coluna da direita (claro!), um link para a Malaposta. Nesse link poderá, entre outras coisas, consultar o cartaz e fazer reservas.

Se é mentira, pode sim.

João Maria Condeixa no seu blogue "República do Caustico" diz, a propósito da questão da violação do segredo do Conselho de Estado,  "pode-se quebrar o sigilo, desde que seja mentira". Devo acrescentar, a fazer eco em algumas declarações que ouvi, que também fiquei com essa ideia.

5.4.11

A Importância do Grupo

À luz da psicologia
É normalmente motivo de comentários e discussão a relação dos jovens com determinados grupos e a importância destes para o crescimento daqueles.

Como consequência da falta de entendimento sobre estes aspectos há pais que tentam privar os filhos do contacto com determinado grupo não percebendo que lhes estão a impedir o crescimento, ou seja, estão a impedir que os filhos desenvolvam competências sociais e aprendam igualmente sobre si próprios.

Quando os pais gostam dos filhos (sim, porque há os que não gostam!) desejam que os filhos em adultos se revelem responsáveis, alegres, trabalhadores, inteligentes e bem-dispostos. Esta meta torna-se de difícil alcance quando os filhos não partilham o suficiente em grupo. Quando a criança está a dar os primeiros passos, a conhecer o mundo ela está inserida na família.

E é precisamente na família que ela encontra a primeira forma de descobrir o mundo, ao olhar para os pais, os tios, os familiares mais próximos. Deste modo, a criança vai reproduzir aquilo que viu na medida em que primeiramente somos por imitação.

Na etapa seguinte, o jovem precisa de um outro grupo a quem se vai ligar emocionalmente e onde ocorrem processos importantes para o desenvolvimento. Designadamente, a oportunidade de apresentar opiniões (aprendidas na família), bem como, conhecer novas formas de entender e olhar o mundo que após confrontadas, pensadas resultarão na individualidade. E na impossibilidade de passar por este processo de distanciamento, o jovem corre o risco de ficar colado ao feitio e controlo dos pais. Consequentemente, quando chega a adulto terá maiores dificuldades em integrar-se no mundo profissional e na nova família que vai construir, e em grande parte devido ao facto de não ter passado por um grupo.

Neste âmbito, distanciamento não significa ir embora e nunca mais voltar, mas sim um distanciamento psicológico. Ou seja, estar integrado no grupo e admirar-se com os eventos da vida que o grupo apresenta.

Se houve espaço para conhecer novas opiniões, se há uma boa ligação afectiva vivida até aos 11 ou 12 anos na relação com os pais não deve haver medo porque mais tarde voltam a aproximar-se dos pais, a aproximar-se dos muitos valores que os pais transmitiram. E o mais importante é que esta aproximação se deve ao facto de concordarem e não ao facto de estarem colados às opiniões dos pais, de não terem uma personalidade própria.

Contudo, defender a importância da passagem por um grupo para o desenvolvimento não é advogar que todos os grupos serão bons para esse efeito. Essa já é outra questão!


Mauro Paulino - Psicólogo Clínico - www.mauropaulino.com

Nem tudo é lixo

Nicolau Santos, do Expresso, escreveu um artigo que merece ser divulgado para que possamos ler todos, para que possamos meditar. Não sendo tudo rosas é importante que saibamos reconhecer o que fazemos de bom. Naturalmente que precisamos de ter mais marcas, deixarmos de ser meros fornecedores das outras marcas e se o formos que saibamos exigir que se pregue a etiqueta “made in Portugal”. Falta-nos capacidade de afirmação e exigência, perante os poderes instituídos, de condições para podermos aspirar a manter empresas e torná-las sólidas e interessantes aos investidores estrangeiros. Nem tudo o que temos é lixo!


Passo a transcrever parte do artigo de Nicolau Santos:

«Eu conheço um país que em 30 anos passou de uma das piores taxas de mortalidade infantil (80 por mil) para a quarta mais baixa taxa a nível mundial (3 por mil). Que em oito anos construiu o segundo mais importante registo europeu de dadores de medula óssea, indispensável no combate às doenças leucemicas. Que é líder mundial no transplante de fígado e está em segundo lugar no transplante de rins. Que é líder mundial na aplicação de implantes imediatos e próteses dentárias fixas para desdentados totais. Eu conheço um país que tem uma empresa que desenvolveu um software para eliminação do papel enquanto suporte do registo clínico nos hospitais (Alert), outra que é uma das maiores empresas ibéricas na informatização de farmácias (Glint) e outra que inventou o primeiro antiepilético de raiz portuguesa (Bial). Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o primeiro sistema mundial de pagamentos pré-pagos para telemóveis (PT), que é líder mundial em software de identificação (NDrive), que tem uma empresa que corrige e detecta as falhas do sistema informático da NASA (Critical) e que tem a melhor incubadora de empresas do mundo (Instituto Pedro Nunes da Universidade de Coimbra) Eu conheço um país que calça cem milhões de pessoas em todo o mundo e que produz o segundo calçado mais caro a nível planetário, logo a seguir ao italiano. E que fabrica lençóis inovadores, com diferentes odores e propriedades anti-germes, onde dormem, por exemplo, 30 milhões de americanos. Eu conheço um país que é o «state of art» nos moldes de plástico e líder mundial de tecnologia de transformadores de energia (Efacec) e que revolucionou o conceito do papel higiénico (Renova). Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial e que desenvolveu um sistema inovador de pagar nas portagens das auto-estradas (Via Verde). Eu conheço um país que fabrica os fatos de banho que pulverizaram recordes nos Jogos Olímpicos de Pequim, que vestiu dez das selecções hípicas que estiveram nesses Jogos, que é o maior produtor mundial de caiaques para desporto, que tem uma das melhores selecções de futebol do mundo, o melhor treinador do planeta (José Mourinho) e um dos melhores jogadores (Cristiano Ronaldo). Eu conheço um país que tem um Prémio Nobel da Literatura (José Saramago), uma das mais notáveis intérpretes de Mozart (Maria João Pires) e vários pintores e escultores reconhecidos internacionalmente (Paula Rego, Júlio Pomar, Maria Helena Vieira da Silva, João Cutileiro). O leitor, possivelmente, não reconhece neste país aquele em que vive ou que se prepara para visitar. Este país é Portugal. Tem tudo o que está escrito acima, mais um sol maravilhoso, uma luz deslumbrante, praias fabulosas, óptima gastronomia. Bem-vindo a este país que não conhece: PORTUGAL».


e esta, heim!

Ò Tu-ò-Barão (2)

Para o teu post dogo: Lol

Afinal, a ver por desportivo que desfolhei, há quem na direcção do clube da luz apagada, também não tenha apreciado a atitude, mas mais grave é que a multa máxima seja de 2.500 euros e que o DIAP tenha dito que não ha razões para abrir um processo.

4.4.11

Ò Tu-ò-Barão.

Não sei este teu post está relacionado com o meu, mas lá que desconfio, desconfio. Como escrevi no meu post também condeno o que se passou nas eleições do Sporting e também já afirmei porque razão não tinha apoiado nenhum desses dois candidatos, inclusive que a desconfiança que tinha em relação a um deles se tinha desfeito para mim nessa noite, mas o que se passou na Luz foi uma vergonha e para além de vergonhoso foi de uma inconsciência total, felizmente não correu para o "torto". Tu-ò-Barão que costumas ir à bola, sabes bem do que falo.

Atitudes destas, cujo os responsáveis são fáceis de identificar, sejam elas onde forem, têm que ser severamente punidas.

Não te preocupes, as nossas elites são demasiadamente fracas para resolverem estas questões (não só no futebol) e esse é que o problema - "um fraco Rei, faz fraco o seu povo".

A questão do "apagão" da Luz.

Tal escrevi num post anterior o "apagão da luz" não deve, nem pode ficar impune. Não só por uma questão de exemplo, como porque efectivamente colocou em causa a integridade física dos próprios agentes.

AH! Se e quando pensarem num eventual castigo não vão só tentar descobrir, como de costume, o nome do electricista e do técnico de tratamento da relva, tentem descobrir se houve alguém e quem a dar instruções e a permitir.

"Elites" actuais - Há falta de argumentação, ...


Ainda em relação ao post anterior, à questão das "elites", à falta de valores morais, educacionais e éticos que caractrizam muitos dos que hoje estão no topo das pirâmides sociais do país e agora referindo-me à politica e a Odivelas, é triste constatar a forma recorrente como alguém que representa o Município de Odivelas ao mais alto nível, na falta de argumentos políticos ou técnicos, de ideias e provavelmente de conhecimento, recorre permanentemente à tentativa de ofensa pessoal.

Os ensinamentos que desde muito cedo recebi, os quais muito agradeço, dizem-me para ignorar estas pessoas e estas atitudes. É isto que faço sem qualquer dificuldade.
O que não deixa de me incomodar, entristecer e preocupar, é saber que há pessoas que têm este tipo de comportamento a representar, a negociar e mediar conflitos nome da minha Terra. É porque nessas circunstancias, o que poderá esta em causa, não a imagem da pessoa em questão (essa não me preocupa nada), mas sim a imagem do Concelho.

Faço votos a todos para que entendam que, tal como uma andorinha não faz a Primavera, uma ou duas pessoas também não reflectem a imagem de Odivelas e dos Odivelenses.

Benfica/Porto e o problema das elites.

Este talvez seja um dos mais graves problemas do país, os valores morais das chamadas elites. A este respeito o país assistiu ontem, impávido e sereno a algo que só posso considerar no mínimo vergonhoso.

Como Sportinguista que sou e sendo daqueles que quando o outros clubes nacionais jogam com equipas estrangeiras estou sempre pelos portugueses e que no panorama nacional quero sempre que ambos (Benfica e Porto) percam, embora seja mais confortável ver o porto ganhar que o Benfica (estou mais distante das bocas quotidianas), estou equidistante o quanto baste para poder opinar sobre o que ontem se passou no Estádio da Luz.

Não vale a pena virem com a questão de que o Pinto da Costa é assim ou assado, que no Porto fazem isto ou aquilo. Já lá passei por muitas, mesmo muitas quando acompanhava o Sporting, já vi por várias vezes (infelizmente) o Porto tornar-se campeão em Alvalade, mas nada justifica o apagão na luz, assim como o accionar do sistema de rega.

Que as massas, os espectadores anónimos e que os mais novos possam ter determinado comportamento já é criticável, mas quando exemplos como este vêm de cima, das chamadas elites, é vergonhoso e indesculpável. Tanto mais, que todos aqueles que costumam assistir aos jogos de futebol e sabem que no final dos encontros, por questões de segurança, muitas vezes os adeptos da equipa visitante ficam encurralados dentro dos estádios, sabem do que eu estou a falar e do perigo que o apagar das luzes e das provocações pode representar para a segurança de todos os que lá estão, inclusivamente da policia.

Quando dirigentes desportivos, no futebol são uma elite, são coniventes, responsáveis, ou simplesmente permitem que estas situações aconteçam, o que é que se poderá esperar dos adeptos, sobretudo dos mais jovens, depois de observarem estes exemplos?

Fico aguardar com expectativa o apuramento das responsabilidades e as suas consequências, sendo que considero que não se deviam restringir ao campo desportivo.





Nota: Desde já adianto que também considero vergonhoso o que se passou no meu Sporting na noite das eleições.

Abertura do Mosteiro de Odivelas - Entrega da Petição Pública na Assembleia da República.


Nomeações - Novo record?

Parabéns, Porto

O Futebol Clube do Porto está de parabéns.

Conquistou mais um título de campeão nacional e desta vez a cinco jornadas do termo da competição. Fez a festa no campo do rival Benfica, em Lisboa, com um triunfo à tangente, mas por força da regularidade ao longo da partida tal qual sucedeu no decurso da temporada. Também o conseguiu com mais um “frango” de Roberto, muito cedo e que desorganizou a equipa durante pelo menos meia hora.

Foi a vigésima terceira vitória em 25 jogos. O Futebol Clube do Porto ainda não perdeu nesta época futebolística, apenas empatou duas partidas.

Ao contrário, o Benfica só conseguiu ganhar por dezoito vezes, perdeu por seis e empatou uma vez. A cinco partidas do termo da Liga de Futebol, o Porto consegue mais 16 pontos que os “encarnados” – 71 contra 55 pontos!

O Porto arrisca terminar a prova sem derrotas. É para já a equipa mais regular, mais organizada, mais concretizadora:

· Imagine-se que só Hulk e Falcão marcaram 36 golos;

· E até agora o Porto apenas sofreu 9 golos, sabendo-se que é precisamente o sector defensivo o mais frágil deste colectivo.

Obviamente, que o Porto tem um grupo de centros campistas e avançados notáveis capazes de prestações demasiado regulares e sempre ganhadoras.

Ao Benfica resta bater o pé aos Dragões no jogo que falta da meia-final da Taça de Portugal e dar tudo por tudo na Liga Europa onde poderá encontrar o FC Porto na final de depois de uma meia-final onde poderá defrontar o Sporting de Braga. Naturalmente que este hipotético êxito pode ser perfeitamente alcançado pelo Benfica que já nos habituou a jogos fantásticos, do melhor que estamos habituados a ver.

Ao Benfica desta época faltou regularidade e acima de tudo uma entrada positiva na primeira Liga portuguesa.

Por último um reparo à falta de desportivismo dos responsáveis pelo Benfica que permitiram que se desligasse a luz do estádio após o jogo e se ligasse a rega em parte do campo, mesmo do lado onde os jogadores do clube da Invicta comemoravam a conquista do título.

José Maria Pignatelli

"Mandem o FMI dar uma volta"

Depois de há uns dia ter escrito um post sobre a questão de uma hipotética vinda do FMI, com a qual não concordo que seja uma inevitabilidade, bem pelo contrário, hoje na Agência Financeira vem um texto com o título "Mandem o FMI dar uma volta".

3.4.11

Quem são? Quantos (as) são?

"O que ele não suporta é a independência dos outros, das pessoas, das organizações, das empresas ou das instituições. Não tolera ser contrariado, nem admite que se pense de modo diferente...." Autor: António Barreto No jornal "O Público"

PEC'S (continuação)


PEC - Precário, Estagnado, Cirúrgico

Precário - Traduzem um conjunto de medidas que só visam tapar o sol com a peneira não criando medidas de continuidade, pretendendo sim remediar o que já não tem solução.




Estagnado - Estamos perante uma economia estagnada, sem evolução produtiva sem gerar empregos e sem dinamismo.


Cirúrgico - Não actua sobre as despesa corrente, custos fixos do estado que implicaria mexer com orçamentos das empresas públicas, ministérios institutos e afins.



2.4.11

5 de Junho de 2011

E pronto!!! O Governo caíu, a Assembleia da República foi dissolvida, as eleições legislativas estão marcadas.
Aceitam-se comentário, sugestões, candidaturas e apostas.
Só não se aceita uma coisa: que fique indiferente!!!

Doces, a sua história e a nossa história em Portalegre

RTP em directo, uma tarde inteira, mostrou uma Feira e uma cidade.


Em Portalegre reinventa-se o futuro depois da falência da indústria têxtil. A uma só voz procuram-se soluções de sobrevivência contra a interioridade e outros males.


Os claustros do Convento de Santa Clara de Portalegre são o palco da 6ª Feira de Doçaria Conventual, um acontecimento que reúne mais de vinte doceiros nacionais e alguns estrangeiros. A aposta deste evento é mostrar a vantagem competitiva que é - e sempre será - promover produtos de qualidade e genuínos numa era de globalização.


A RTP deu uma ajuda a recordarmos Portalegre, a terra de José Régio e do arquitecto Souto Moura recentemente distinguido com o maior galardão internacional da arquitectura – transmitiu o seu “Programa das Festas”, das tardes de sábado, em directo daquela cidade.


Para os promotores, esta é uma das ocasiões da cidade divulgar a sua gastronomia, cultura, monumentalidade e museologia e o trabalho que se tem realizado em torno da sua conservação.


É porventura uma oportunidade de sair do esquecimento provocado pela interioridade, mas também momento importante para atrair as atenções de quase meio milhão de espanhóis que vivem muito próximos daquela cidade portuguesa, apesar das acessibilidades para Espanha ficarem aquém das expectativas, mesmo de facilitar a proximidade física entre populações.


Para além de um conjunto de actividades em torno desta feira de doces e licores, acontece uma exposição intitulada “A Arte de bem iluminar: do Azeite ao LED”. Como não podia deixar de ser é inevitável não se falar de azeite em Portalegre, da sua produção de oliveiras de sequeiro que dão o melhor azeite do planeta, só possível na Beira interior, em Trás-os-Montes e na Grécia.


Mas a RTP passeou os telespectadores pela cidade e mostrou-nos talvez o melhor museu de arte contemporânea do interior do País – o Museu da Tapeçaria Guy Fino, uma homenagem ao património artístico nacional representado pelas Tapeçarias de Portalegre, um género único que se tornou muito conhecido a partir de 1947. O nome de Guy Fino, um profundo conhecedor da indústria de lanifícios, foi atribuído para prestar uma homenagem justa a quem definitivamente integrou Portalegre e Portugal na lista dos maiores e melhores produtores internacionais de Tapeçaria.



José Maria Pignatelli


Um dia importante para Odivelas.

Quando há uns tempos em conjunto com a equipa que promoveu o Projecto de Revitalização e Dinamização do Comércio Local decidimos avançar com uma Petição Pública para a abertura ao público do Mosteiro de Odivelas, sobretudo por que tínhamos a ideia que teríamos um maior número de subscritores on-line, estávamos longe de imaginar a trabalheira que isto daria. Apesar do esforço suplementar que nos foi exigido, hoje quado a fui entregar, na companhia de Paulo Aido, Madalena Varela e Máxima Vaz as cerca de 6.500 assinaturas à Assembleia da República senti-me bem comigo próprio. Mais uma vez tinha cumprido com o prometido e a forma como foram recolhidas cerca de 5.500 assinaturas nas ruas de Odivelas ainda valorizaram mais este tema, pois tornou-o num verdadeiro desígnio dos Odivelense. E foi toda esta força que fez com que o Dr. Jaime Gama nos tivesse concedido esta audiência (foi a última Petição que recebeu neste seu mandato) e se tivesse tornado também ele um apoiante desta causa.

Não posso deixar de agradecer a todos, mas não ficaria bem comigo próprio se não deixasse aqui uma palavra de especial apreço pela dedicação e pelo trabalho desenvolvido pela Madalena Varela desde a primeira hora em que a desafiei para colaborar no Grupo do Pensar Odivelas dedicado ao Comércio Local. 

Ainda nada está ganho, mas este foi mais um passo importante nesta caminhada.

1.4.11

Pode Haver Luz (3).

Hoje foi publicado no Nova Odivelas o artigo de opinião que  escrevo mensalmente para a coluna "Pode Haver Luz", é o terceiro texto e tem como título A Mudança.

Treinadores de bancada


Somos todos! Uns mais assim outros menos assado… Por vezes até videntes! O que me complica um pouco com os nervos, devo dizê-lo! Porque será?



Serão os portugueses reféns do seu próprio fado? Ainda se aguarda pelo D. Sebastião?




Existe uma enorme resistência à mudança sim! As pessoas habituaram-se a votar no partido X ou Y porque sempre assim o fizeram! Não por convicção, nem por pensarem que provavelmente será de uma mudança que o País necessita, mas por hábito!


A grande dificuldade do povo português a meu ver reside numa enorme dificuldade em dar o primeiro passo a par de uma falta de consciência nítida que cada um poderá vir a fazer a diferença!


Por isso, à beira de um acto eleitoral forçado, os portugueses estão apáticos perante a enorme adversidade que o País atravessa, sem vontade de reagir! Dizem que somos um País de “brandos costumes” eu diria servindo-me da analogia culinária que o lume brando passou ao estado mínimo, como diz um amigo meu ao máximo dos mínimos!


Assim, opina-se sem se sair da bancada, como se faz nos estádios de futebol, sem sair do sofá, da cadeira… Fala-se no ELES é que fazem isto ELES é que dizem aquilo numa espécie de teoria da conspiração levada ao extremo! Assiste-se a uma descredibilização total nas instituições e nas pessoas! Isto é que é aflitivo!


Para dar o exemplo vemos os responsáveis políticos com responsabilidades governativas nos últimos anos a gladiarem-se em acusações tentando empurrar as culpas uns para os outros!


Que maus exemplos… Será que os portugueses se renderam? Tenho dúvidas! Muitas dúvidas!

Aqui é sempre a subir.

Valha-nos isso, aqui mantemos UM bom RUMO, com toda a certeza é por essa razão que estamos sempre a subir.

No mês de Março, para além de termos ultrapassado a fasquia dos 50.000 visitantes, tivemos  mais 35% de vistas que em igual mês do ano passado e o resultado do primeiro trimestre, imagine-se, registou uma subida de 40%.

Agradeço a todos os que nos visitam, que acompanham os nossos post's, pensamentos e opiniões.

Particularmente, porque coloco aqui muito do trabalho que faço em prol da minha Terra (Odivelas), fico satisfeito por constatar que também aqui o meu trabalho é seguido atentamente.

Obrigado a todos!

Porque será?

Vejo tanta gente a aclamar pelo FMI, que bom seria que em vez disso apresentassem soluções e metessem as mãos à obra para sairmos deste caos.

Se a receita do FMI já é conhecida e se de facto as querem ver implantadas, porque será que o querem cá?
Tenho ideia que anda por aí muita boa gente a pensar que vai governar e que para eles esse recurso não passaria de um conforto para justificar as medidas que eles sozinhos gostariam de tomar, mas estão cientes que não têm capacidade, nem tão pouco a coragem para o fazer.

Eu acredito em Portugal e na capacidade que temos vencer por nós esta situação, definitivamente não quero cá o FMI,