O líder socialista esteve ontem na Póvoa, dizem os jornais que nessa freguesia visitou uma escola, pergunto eu: terá sido a Barbosa du Bocage?
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4.7.12
4.2.12
Advinha.
Qual é a coisa, qual é ela, começou por ser conhecida na Póvoa, depois em Odivelas, mais tarde em Lisboa, há um mês em Portugal, a semana passada na Europa e agora em Macau?
10.1.12
Tu-Barão de Parabéns!
O presente já tinha sido oferecido, aqui fica mais um abraço. Afinal 5 anos nisto com assiduidade não é brincadeira.
21.12.11
Odivelas: A propósito da Escola Barbosa du Bocage
Por agora apenas uma palavra para classificar o comportamento da Câmara Municipal de Odivelas e da sua Presidente neste assunto.
13.12.11
Póvoa/Odivelas: Alunos correm perigo.
"Os pais estão muito preocupados porque sabem que todos os dias as crianças correm perigo. É raro o dia em que não há braços e pernas partidas e que tenham de vir os bombeiros à escola".
Estas são as declarações de Maria Ferreira ao Correio da Manhã, as quais a mim não me surpreendem, pois desde Março de 2010 que venho alertando, mas vamos ver se agora que este tema é notícia na imprensa nacional, a Câmara resolve de vez esta questão. As crianças e os pais bem merecem.
Estas são as declarações de Maria Ferreira ao Correio da Manhã, as quais a mim não me surpreendem, pois desde Março de 2010 que venho alertando, mas vamos ver se agora que este tema é notícia na imprensa nacional, a Câmara resolve de vez esta questão. As crianças e os pais bem merecem.
11.11.11
Ó Rogério Breia!
Meu Caro amigo Rogério Breia,
Ouvi hoje com interesse, como aliás sempre o faço, a entrevista que deste e que foi publicada no passado dia 8 deste mês na Odivelas.com, ainda fui ver com atenção de que ano era e devo dizer que foi com surpresa que constatei que era 2012, há apenas dois dias. Não é por por nada, mas tenho a ideia que há cerca de um ano, igualmente perante as câmaras de uma web tv, num programa onde tive o privilegio de ter tido a tua companhia, lembro-me de te ter ouvido dizer (não fui só eu) que a esquadra ia entrar em obras na semana seguinte.
Ó Rogério já passou um ano, OK???
Quanto ao Centro de Saúde, então começaram a fazer o Centro de Saúde sem que houvesse o visto Tribunal de Contas? Não terá sido por essas, por outras como essas e piores que essas que este Ministro e este Governo têm que cortar, aliás como foi negociado ainda entre o anterior governo e a troika??
Já agora, foi pena não teres ido mostrar a Escola Barbosa du Bocage, é que aí talvez tivesses conseguido demonstrar facilmente como é que a fazer, aí sim bricolage, se gasta tanto do nosso dinheiro.
Um abraço;
Xara
Ó Rogério já passou um ano, OK???
Quanto ao Centro de Saúde, então começaram a fazer o Centro de Saúde sem que houvesse o visto Tribunal de Contas? Não terá sido por essas, por outras como essas e piores que essas que este Ministro e este Governo têm que cortar, aliás como foi negociado ainda entre o anterior governo e a troika??
Já agora, foi pena não teres ido mostrar a Escola Barbosa du Bocage, é que aí talvez tivesses conseguido demonstrar facilmente como é que a fazer, aí sim bricolage, se gasta tanto do nosso dinheiro.
Um abraço;
Xara
21.3.11
25.1.11
A pedra - um brinquedo didático.
Hoje, a fim de ver o andamento das obras de remendo, voltei a visitar a Escola Barbosa du Bocage na Póvoa de Stº Adrião. Para além das obras de construção do telheiro continuarem e por isso o espaço de recreio continuar reduzido, dos muros continuarem como estavam (altos e sem protecção) e de parte do gradeamento continuar ponteagudo, reparei que um dos briquedos preferidos daquelas crianças continuam a ser as pedras de calçada (imagem de 8/3/20101) que continuam espalhadas por todo o recinto.
20.1.11
Escola Barbosa du Bocage “esteve” no Informalidades.
1 - Que os problemas estruturais derivados da reabilitação que foi feita nesta escola há pouco mais de um ano são enormes, já eu sabia.
2 - Que representam um elevado perigo para as crianças, também tenho conhecimento e já o denunciei.
3 - Que a Directora da escola não tem capacidade para resolver os problemas e por tanto também ela é um enorme problema, também já tinha percebido.
Não tinha percebido, é que o Presidente da Junta de Freguesia da Póvoa de Santo Adrião, Rogério Breia, também tinha esta percepção. Não o tinha percebido, porque nunca o vi fazer uma intervenção na Assembleia Municipal a este respeito, nem mesmo, quando eu confrontei o executivo com estas questões e já o fim por diversas vezes.
2 - Que representam um elevado perigo para as crianças, também tenho conhecimento e já o denunciei.
3 - Que a Directora da escola não tem capacidade para resolver os problemas e por tanto também ela é um enorme problema, também já tinha percebido.
Não tinha percebido, é que o Presidente da Junta de Freguesia da Póvoa de Santo Adrião, Rogério Breia, também tinha esta percepção. Não o tinha percebido, porque nunca o vi fazer uma intervenção na Assembleia Municipal a este respeito, nem mesmo, quando eu confrontei o executivo com estas questões e já o fim por diversas vezes.
Informalidades de ontem.
Ontem participei em mais um Informalidades, desta feita na Póvoa de St.º Adrião.
Por esta sessão ter sido aproveitada para um balanço sobre o primeiro ano do mandato de Rogério Breia à frente desta Junta de Freguesia (escreverei um post sobre isso), abordei o descrédito em que caiu a classe politica/necessidade de se alterar esta tendência e a Agenda Europa.
19.1.11
9.1.11
Música há muita!
Parece que alguém, para além dos grandes músicos do Conservatório de Musica D. Dinis, também também foi à Igreja da Póvoa dar música, pelo menos a ver pelo que a Carla Rodrigues nos conta.
18.11.10
Informalidades de ontem.
Como sabem, realizou-se na Póvoa onde fomos muito bem recebidos, quer pelo Sr. Mário Assunção, quer pelo David, quer pela Sandra que eram os anfitrões, logisticamente falando. Também o Sr. Presidente da Junta de Freguesia ada Póvoa, Rogério Breia foi um bom anfitrião tendo contribuído de forma positiva para enriquecer a tertúlia.
Quanto ao teor da conversa, da qual fiz um pequeno resumo, talvez de forma facciosa (falar e resumi-la com total isenção não é fácil), pode vê-la aqui.
17.11.10
9.11.10
Parabéns aos autarcas envolvidos.
Já há uns dias tinha visto noticiar na C.M. Odivelas a aderência do Concelho à Tele-Chamada, ou Tele-Assistência, ao SOS Sénior, ou ao que lhe quiserem chamar, para mim pouco me importa o nome.
O que importa, é que considero este serviço de extrema importância e utilidade, permite com um simples toque, num dispositivo tipo medalha, entrar em contacto com uma assistente. Tanto se pode pedir assistência numa qualquer aflição (ex. queda na banheira), como dar um toque para dizer um simples bom dia.
Com este serviço, para além de se poder dar uma assistência mais célere em caso de SOS (em alguns casos isso é decisivo), combate-se também a solidão a que muitos do nossos idosos estão entregues.
Hoje vi no site da Junta de Odivelas que, esta Freguesia, a do Olival Basto e da Póvoa ade St.º Adrião também aderiram a este sistema.
Não conheço o teor dos acordos, nem tão pouco as condições de acesso a este serviço, mas desde já, porque entendo que este serviço é de primordial importância, deixo aqui os meus parabéns a todos os envolvidos.
5.8.10
Póvoa - JN 2 de Agosto
7.4.10
11.3.10
JI/EB1 Barbosa du Bocage (Póvoa) - O que pretendem os pais:
- Falta de auxiliares de acção educativa: no inicio do ano lectivo contava a escola, com uma população de 286 alunos do primeiro ciclo e 75 do pré-escolar, com 10 auxiliares de acção educativa; destas, 3 estavam destinadas ao pré-escolar, 2 ao ensino estruturado e 5 aos restantes alunos; destas 5 uma é invisual com as limitações inerentes, sobretudo quando se trata de um novo espaço físico. Tendo este número sido considerado insuficiente e após muita insistência da APEL, foi contratada 1 auxiliar. O contrato terminou em Dezembro e, ao contrário das nossas expectativas, uma vez que a gestão deste pessoal ficou a cargo da CMO a partir de Janeiro, não foi renovado o contrato ou efectuados outros. Chegámos já ao cúmulo de atrasar a ida ao hospital de crianças acidentadas (tendo que esperar pelo encarregado de educação) por não haver uma auxiliar que a acompanhasse.
- Horário insuficiente da psicóloga: existem várias crianças com necessidades urgentes de acompanhamento da psicóloga, devidamente sinalizadas pelos professores e educadores mas que não têm vaga no reduzido horário da mesma.
- Existência de turmas em horário duplo: a sobrelotação da escola tem vindo a tornar-se evidente; não existem espaços disponíveis para ATL, AEC, apoio ao estudo ou qualquer actividade extra. São utilizadas para estas actividades a sala da Associação de Pais, a sala dos professores, a sala da coordenadora, a biblioteca e, por vezes, até a arrecadação; as crianças vão à vez à casa de banho, durante os intervalos, para não importunarem as aulas que decorrem. Esta situação não é digna!
- Falta de “telheiro”: como todos sabemos este tem sido um inverno muito rigoroso e, com a existência de turmas em horário duplo, as crianças vêm-se obrigadas a permanecerem nas salas de aula durante os intervalos ou, em alternativa, à chuva e ao frio. A CMO comprometeu-se a iniciar a construção do telheiro na interrupção lectiva da Páscoa, a nosso ver demasiado tarde, não tendo apresentado solução imediata e provisória, submetendo as crianças a uma situação inadmissível. Aguardamos com expectativa as férias da Páscoa!
- Existência de muros excessivamente altos: esta é uma questão que muito preocupa os pais uma vez que esteve já na origem de alguns acidentes, alguns com gravidade. Solicitámos a resolução urgente deste problema. Nada, até ao momento.
- Espaço comum para ginásio e refeitório: diariamente é necessário montar e desmontar as mesas do refeitório para permitir a sua utilização para a educação física; esta é uma tarefa árdua, sobretudo se tivermos em conta a insuficiência de funcionários.
- Falta de sinalização e de espaço de paragem de transporte de crianças: esta foi a única questão que verificamos ter tido intervenção mas, mesmo assim de forma insuficiente: colocou-se sinalização de proximidade de escola e uma passadeira, mas mantêm-se o problema do estacionamento do transporte de crianças o que tem provocado o caos e situações de perigo, até porque se trata de uma rua estreita, com dois sentidos de trânsito. É uma situação de fácil resolução cujo atraso só se pode interpretar como falta de interesse e preocupação por parte das entidades competentes.
- Horário insuficiente da psicóloga: existem várias crianças com necessidades urgentes de acompanhamento da psicóloga, devidamente sinalizadas pelos professores e educadores mas que não têm vaga no reduzido horário da mesma.
- Existência de turmas em horário duplo: a sobrelotação da escola tem vindo a tornar-se evidente; não existem espaços disponíveis para ATL, AEC, apoio ao estudo ou qualquer actividade extra. São utilizadas para estas actividades a sala da Associação de Pais, a sala dos professores, a sala da coordenadora, a biblioteca e, por vezes, até a arrecadação; as crianças vão à vez à casa de banho, durante os intervalos, para não importunarem as aulas que decorrem. Esta situação não é digna!
- Falta de “telheiro”: como todos sabemos este tem sido um inverno muito rigoroso e, com a existência de turmas em horário duplo, as crianças vêm-se obrigadas a permanecerem nas salas de aula durante os intervalos ou, em alternativa, à chuva e ao frio. A CMO comprometeu-se a iniciar a construção do telheiro na interrupção lectiva da Páscoa, a nosso ver demasiado tarde, não tendo apresentado solução imediata e provisória, submetendo as crianças a uma situação inadmissível. Aguardamos com expectativa as férias da Páscoa!
- Existência de muros excessivamente altos: esta é uma questão que muito preocupa os pais uma vez que esteve já na origem de alguns acidentes, alguns com gravidade. Solicitámos a resolução urgente deste problema. Nada, até ao momento.
- Espaço comum para ginásio e refeitório: diariamente é necessário montar e desmontar as mesas do refeitório para permitir a sua utilização para a educação física; esta é uma tarefa árdua, sobretudo se tivermos em conta a insuficiência de funcionários.
- Falta de sinalização e de espaço de paragem de transporte de crianças: esta foi a única questão que verificamos ter tido intervenção mas, mesmo assim de forma insuficiente: colocou-se sinalização de proximidade de escola e uma passadeira, mas mantêm-se o problema do estacionamento do transporte de crianças o que tem provocado o caos e situações de perigo, até porque se trata de uma rua estreita, com dois sentidos de trânsito. É uma situação de fácil resolução cujo atraso só se pode interpretar como falta de interesse e preocupação por parte das entidades competentes.
10.3.10
Odivelas e Educação (5) – Por coincidência um acidente.
Tinha prometido aos pais da escola Barbosa du Bocage que quando houvesse um dia de sol faria uma nova visita à escola para ver as crianças brincar no recreio e as acrobacias que se viam em cima dos muros do recinto.
Ontem a chuva deu uma trégua e lá fui eu. Passados que eram cinco ou dez minutos da minha chegada tocou para o intervalo, eu estava no interior do edifício, esperei que todos saíssem e depois dirigi-me para o pátio exterior. Quando cheguei à rua havia crianças com um ar feliz, a correr, a saltar e a brincar em todos os lados, dei uma primeira olhadela, eram muitos!
Tentei ver se havia algumas crianças, tal como me tinham dito, com queda para a acrobacia, a brincar em cima daqueles muros tão perigosos, à primeira vista não vi nem um! Passados uns segundos da minha primeira olhadela, dirigi o meu olhar para o edifício escolar a ver se uma das mães com quem eu tinha combinado chegava e, … eis que vejo o primeiro acrobata. Tentava subir de um dos muros para o telheiro, esteve um ou dois minutos a tentar, mas não conseguiu e desistiu.
A tal mãe continuava a não aparecer, fiz um compasso de espera, olhei para o meu lado direito, num dos recantos dos muros estava uma grande poça de água toda enlameada, à volta dela três ou quatro crianças (5-6 anos) entretinham-se a atirar um pedregulho (2-3 kg) para a poça com o objectivo de a fazer transbordar e de salpicar ou outros. Pareceu-me que a brincadeira era perigosa, não por ficarem todos sujos e/ou molhados, mas porque que a pedra que era grande e a pouca distancia, num nível mais abaixo, passavam outras crianças, com alguma facilidade a pedra podia ir parar em cima de alguma cabeça. Fui chamar uma auxiliar e a brincadeira acabou.
Finalmente chegou uma das mães, já o intervalo ia com uns cinco minutos, tempo suficiente para que os acrobatas tivessem “aquecido” e entrassem em acção. Cumprimentei-a, troquei umas palavras de ocasião e voltei a dar, agora em conjunto com a senhora, uma segunda olhadela. Agora sim, as miúdas felizes faziam dos muros, verdadeiras passerelles, onde brincavam às passagens de modelos e os rapazes corriam, saltavam e pulavam com a maior destreza em cima dos muros, sem dúvidas, eram eles os “grandes acrobatas”.
Comentámos o que nos era dado a observar e fomos dar uma volta à escola. Empoleirados em cima de uma rede/grade que separa a escola do Centro de Dia estavam umas 20 ou 30 crianças a assistir animadamente ao jogo da malha que do outro lado decorria, depois fomos ao “muro alto” e lá em havia crianças sentadas (estavam calmas), quando descíamos a escada que lhe é paralela passou uma rapariga a descer pelo corrimão a toda a velocidade, na floreira (sem flores) um rapazito pulava animada em cima de uma poça de água e um pouco mais á frente, mais três pirralhos (5-6 anos) treinavam os saltos de um dos muros (+/-1,5 mt.) para o chão.
Continuámos o nosso passeio, fomos em direcção às traseiras das escolas, onde continuava a haver crianças, reparámos que muitas das pedras da calçada que na semana anterior estavam espalhadas um pouco por todo o lado, já tinham sido removidas. De repente houve-se a gritar, “Sangue, ela tem sangue, ela está a deitar sangue”.
Uma auxiliar acorre de imediato ao local, chega ao mesmo tempo que nós, pega na criança que deitava muito sangue da boca e leva-a de imediato para dentro da escola para lhe prestar o primeiro auxílio. A rapariga, juntamente com umas amigas, estava a brincar em cima de um portão que andava para traz e para a frente, provavelmente escorregou e bateu com a boca num dos ferros pontiagudos da grade do portão.

Tentei ver se havia algumas crianças, tal como me tinham dito, com queda para a acrobacia, a brincar em cima daqueles muros tão perigosos, à primeira vista não vi nem um! Passados uns segundos da minha primeira olhadela, dirigi o meu olhar para o edifício escolar a ver se uma das mães com quem eu tinha combinado chegava e, … eis que vejo o primeiro acrobata. Tentava subir de um dos muros para o telheiro, esteve um ou dois minutos a tentar, mas não conseguiu e desistiu.
Finalmente chegou uma das mães, já o intervalo ia com uns cinco minutos, tempo suficiente para que os acrobatas tivessem “aquecido” e entrassem em acção. Cumprimentei-a, troquei umas palavras de ocasião e voltei a dar, agora em conjunto com a senhora, uma segunda olhadela. Agora sim, as miúdas felizes faziam dos muros, verdadeiras passerelles, onde brincavam às passagens de modelos e os rapazes corriam, saltavam e pulavam com a maior destreza em cima dos muros, sem dúvidas, eram eles os “grandes acrobatas”.
Comentámos o que nos era dado a observar e fomos dar uma volta à escola. Empoleirados em cima de uma rede/grade que separa a escola do Centro de Dia estavam umas 20 ou 30 crianças a assistir animadamente ao jogo da malha que do outro lado decorria, depois fomos ao “muro alto” e lá em havia crianças sentadas (estavam calmas), quando descíamos a escada que lhe é paralela passou uma rapariga a descer pelo corrimão a toda a velocidade, na floreira (sem flores) um rapazito pulava animada em cima de uma poça de água e um pouco mais á frente, mais três pirralhos (5-6 anos) treinavam os saltos de um dos muros (+/-1,5 mt.) para o chão.
Continuámos o nosso passeio, fomos em direcção às traseiras das escolas, onde continuava a haver crianças, reparámos que muitas das pedras da calçada que na semana anterior estavam espalhadas um pouco por todo o lado, já tinham sido removidas. De repente houve-se a gritar, “Sangue, ela tem sangue, ela está a deitar sangue”.
Uma auxiliar acorre de imediato ao local, chega ao mesmo tempo que nós, pega na criança que deitava muito sangue da boca e leva-a de imediato para dentro da escola para lhe prestar o primeiro auxílio. A rapariga, juntamente com umas amigas, estava a brincar em cima de um portão que andava para traz e para a frente, provavelmente escorregou e bateu com a boca num dos ferros pontiagudos da grade do portão.
Extremidade pontiaguda do portão.
A minha visita estava a acabar, dirigia-me ao edifício da escola, acompanhado por uma das mães quando fomos abordados pela coordenadora da escola. Nessa intercepção, disse-nos que não podíamos publicar e utilizar as fotografias tiradas no interior da escola sem que houvesse autorização, disse à senhora que não publicaria, como é óbvio imagens em que se reconhecessem crianças, mas que as outras eram importantes para que as pessoas conseguissem visualizar os perigos.
Enquanto falávamos (eu e a coordenadora), muitas crianças brincavam em cima dos muros, chamei-lhe a atenção para o perigo que aquelas brincadeiras representavam e que estavam bem patentes na criança que tinha tido há poucos minutos um acidente, a senhora disse somente:
“eles é que têm que ter cuidado, sabem que não se pode brincar em cima dos muros.”
Assim acontecem e continuarão a acontecer muitos acidentes que poderiam ser evitados.
Enquanto falávamos (eu e a coordenadora), muitas crianças brincavam em cima dos muros, chamei-lhe a atenção para o perigo que aquelas brincadeiras representavam e que estavam bem patentes na criança que tinha tido há poucos minutos um acidente, a senhora disse somente:
“eles é que têm que ter cuidado, sabem que não se pode brincar em cima dos muros.”
Assim acontecem e continuarão a acontecer muitos acidentes que poderiam ser evitados.
Nota 1: Não percebo como é que a senhora coordenadora estava mais preocupada com a minha presença na escola e com a publicação das imagens que denunciam os perigos, do que com a criança acidentada.
Nota 2: Só publiquei imagens em que não aparecem crianças, as restante, mesmo algumas onde não se conseguem reconhecer as crianças, embora interessante, por respeito à senhora coordenadora, por enquanto, ficam só para mim.
8.3.10
Odivelas e Educação (4) - Estes problemas vêm de Outubro.
Este post é só para chamar a atenção que os problemas que identifiquei na Escola Barbosa du Bocage não é novo, já é antigo, vem do inicio de Outubro, conforme poderão constactar neste link.
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