Mostrar mensagens com a etiqueta Política. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Política. Mostrar todas as mensagens

4.2.13

Incompreensível!

A nomeação do novo Secretário de Estado do Empreendedorismo, Fanquelin Alves, depois da passagem pelo grupo BPN, e independentemente da competência ou seriedade que possa ter (não faço ideia),  é na minha opinião completamente incompreensível.

SMAS - Amanhã continua.

Depois de na semana passada ter estado presente na Reunião da Assembleia Municipal, a qual com o votos favoráveis dos deputados do PS e de alguns do PSD, aprovou a abertura de um concurso público para a concessão do abastecimento de água à população do concelho de Odivelas, amanhã, a partir das 20.00h, haverá mais um reunião que incidirá sobre a mesma assunto, desta vez vai ser discutida a denúncia do contrato com o SMAS.

O Nilton tem razão.

O antigo Presidente da CM de Lisboa e uma vereadora são acusados de lesar a câmara em 13 milhões de euros.

Quem é que paga a sua defesa em tribunal desde 2007?

A mesma Câmara de Lisboa que supostamente lesaram.

Às vezes este país consegue ser uma anedota!

28.12.12

Porquê a cedência de terreno à Igreja?

Hoje na Assembleia Municipal de Odivelas foi votado um ponto no qual era proposto a cedência, por parte da Câmara, de mais uma parcela com cerca de 1870 m2, à Igreja.  Com esta cedência, a qual acresce a outra que já havia sido efectuada, a Igreja passa a dispôr de 3.100 m2 para a construção de uma nova Igreja e de um novo Centro de Dia.

Até aqui, dada a importância que a Igreja tem na sociedade Odivelenses e a obra social que faz no Concelho, tudo pareceria normal, mas colocam-se duas questões:
 
1ª - Sendo que o projecto inicial já contemplava ambas as funções (Igreja e Centro de Dia), porque razão, sem que constasse qualquer  alteração ao projecto inicialmente previsto, é que a Igreja solicitou mais terreno?
 
2ª - Sabendo nós que a Igreja de Odivelas inaugurou em 2008 um Centro de Dia, o qual até hoje e já lá vão 5 anos ainda não está a ser utilizado, porque razão se há-de ceder mais terreno à Igreja?

Porque estas questões não tiveram qualquer resposta e porque entendo que a Câmara não pode ceder terrenos de forma tão leviana, vi-me obrigado a votar contra esta proposta. Por estranho que pareça, ou talvez não, fui o único.

 

13.12.12

Odivelas:Promessas do PS ficaram por cumprir.

Aqui (clique para ver) fica a minha intervenção referente ao Orçamento proposto pelo Executivo Municipal (PS/PSD) para o ano de 2013, o último deste mandato.  Acrescento que pelas razões que evoquei o CDS abesteve-se.

Este orçamento municipal para 2013, é o reflexo das políticas que não foram executadas nas áreas económicas, as quais teriam evitado este desastre, e a confirmação final que as grandes promessas feitas pelo PS na última campanha eleitoral não foram cumpridas.
 

1.12.12

1º de Dezembro precisa-se!



1º de Dezembro de 1640



Hoje é 1 de Dezembro, data em que se assinala a restauração da independência, a qual foi reconquistada em 1640, após 60 anos “atados” aos nossos vizinhos espanhóis e perdida em 2009 após uma governação desastrosa do PS e de José Sócrates.

Nunca como hoje fez tanto sentido recordar esta data e perceber que estamos a necessitar urgentemente de voltar a restaurar a nossa independência.

Força Portugal!

25.11.12

"É oficial: António José Seguro é a Dori portuguesa."


 

 
 
 
 


25/11/1975 - Acabou-se o PREC, conquistou-se a Liberdade.

Jaime Neves ao centro, o homem que comandou o 25 de Novembro.

19.11.12

Protesto dos restaurantes

Este é um protesto diferente num sector que conheço bem, o qual atravessa, à semelhança de outros sectores, uma quantidade enorme de dificuldades e que são de difícil resolução. José Pereira que está à frente deste movimento, embora tente culpabilizar de certa forma este governo, reconhece que a crise não é de agora. Diz e eu concordo que "este sector tem estado, sobretudo desde de 2008, muito por culpa própria, em regime de morte lenta e que agora entrou em cuidados paliativos".

Embora eu entenda que há muitos situações relacionadas com o IVA,  tais como as relacionadas com bens de primeira necessidade, que deveriam ser prioritárias, questiono se a redução do IVA resolveria os problemas do sector e quantos serão os estabelecimentos que não fechariam as portas devido a essa medida?

O problema é muito mais complexo, pode passar pelo IVA, mas passa sobretudo pelo número de estabelecimentos existentes, pela quantidade de regras que foram impostas nos últimos 10 anos (as quais uns cumprem e outros não - gera assimetrias), situações relacionadas com os valores das rendas e/ou dos imoveis, pela evolução do mercado (questão do tabaco e da nova oferta de café doméstico) e evidentemente, pela enorme quebra no consumo.






18.11.12

Números dos grevistas.

Há meia dúzia de profissões, nomeadamente as que estão ligadas às comunicações e transportes, cujo as greves fazem algum efeito e fazem esse efeito porque com isso prejudicam , não as empresas a que estão afectos, mas aqueles que nada têm com isso. E foi por essa razão, acumulada à falta de coragem de muitos governos, que algumas classes profissionais conseguiram ao longo de vários anos obter benefícios muito acima da média.

A prova está nestes números, os quais dizem que apenas 9%  dos indivíduos da população activa aderiu a alguma greve nos últimos 5 anos.

Por outro lada podemos também concluir que há uma maioria silenciosa.

16.11.12

Pode Haver Luz (24) - Em Merkel uma luz?

Coloco aqui o texto que foi publicado hoje no Nova Odivelas, na coluna "Pode Haver Luz"


Em Merkel uma luz?
Ao longo dos 24 textos que já escrevi para esta coluna tenho tentado dar sinais positivos e de esperança, o que no ambiente em que estamos inseridos e no meio das dificuldades com que todos nos deparamos, por vez não é fácil.

Faço-o, porque efetivamente ao contrário de que às vezes nos querem fazer ver, nem tudo é mau, nem tão pouco tudo está perdido. Acredito seriamente que neste mundo, para além de haver muitas coisas boas, há muitas oportunidades e que depende cada um de nós a construção de um mundo melhor.

É nesse sentido, mesmo em condições adversas, que tento, com a serenidade possível, encontrar sinais que se possam tornar numa oportunidade e foi com esse espírito que acompanhei com alguma atenção a visita de Merkel a Portugal.

Como todos temos conhecimento, podendo esse facto ser do nosso agrado ou desagrado, a Alemanha é hoje o País mais poderoso da Europa, é quem domina a economia europeia e por isso mesmo é quem no nosso continente mais pode influenciar Portugal e a nossa qualidade de vida. Acresce a este facto a questão da situação financeira, económica e social em que nos encontramos.

Nestas circunstâncias, a visita da Chefe de Estado da Alemanha revestia-se de uma importância suplementar.

Acresce, o facto de a Alemanha ter uma enorme influencia e responsabilidade no tão falado Memorando e com isso ter que vir também a assumir responsabilidades no seu sucesso ou insucesso. E sabendo nós que o caso da Grécia está a correr mal, o que para Merkel e para a Alemanha é grave e muito negativo, e que o caso de Portugal, aos olhos europeus, está a correr relativamente bem, era importante ver que sinais sairiam desta visita.

Foi nesta perspectiva que olhei para esta visita e retive, evidentemente sabendo que nem tudo depende de nós e da Alemanha, como são por exemplo as questões relacionadas com Espanha, Itália e França, que ficou claro que temos aberta uma janela de oportunidade e que essa janela passa precisamente pela necessidade da Alemanha ter em Portugal um caso de sucesso. Essa questão poderá ser por ventura quase tão importante para eles, como para nós.

Agora temos que ser pragmáticos e continuar a fazer o nosso trabalho, o qual, para além de tudo, passa por saber aproveitar com inteligência este ponto.

Será que vi mal?

13.11.12

"O tio Arménio e as greves gerais."

Aqui fica o link para o texto de Domingos Amaral, o qual toca e bem com o dedo na ferida ao comparar os efeitos da greve geral, os quais prejudicam a vários níveis a população e o País, e não levam a lado algum, com a manifestação convocada pela sociedade cívil nas redes sociais, a qual conseguiu evitar as mexidas naTSU.


5.11.12

Odiveals: Debate sobre o poder local.



Pavilhão Multiusos de Odivelas
Custa à C.M.O. 145.000/Mês e foi alugado ao S.C.P. por 10.000/Mês


Na passada semana estive presente em mais um debate sobre o Poder Local, no qual, para além de ter considerado que o orçamento participativo não passa de um mero acto de populismo eleitoral, ideia com a qual parece que todos concordaram, tive oportunidade de afirmar que na minha opinião, a parceria publico privada promovida pela C.M. de Odivelas, para a construção do Pavilhão Multiusos e da Escola do Apréstimos, é uma acto de gestão danosa e que todo esse processo deve ser investigado.

Para ver o debate clique aqui.

19.10.12

Ponto de Ordem (4): Susana Amador esqueceu-se de Odivelas.

O Nova Odivelas desta semana publica mais um texto meu, na Coluna Ponto de Ordem, o qual tem como título - Susana Amador "esqueceu-se" de Odivelas - e que por hironia do destino, vem publicado em simultâneo com um comunicado emitido pelo PS Odivelas, o qual demonstra exactamente isso, ou seja, a necessidade que tem este executivo em falar do Governo, precisamente para esconder o mau trabalho que há anos está a fazer em Odivelas.


Quem acompanha a política local em Odivelas, quer seja através do que se passa nas reuniões de Câmara, quer seja através das Assembleias Municipais, nomeadamente a partir do momento que o actual governo foi eleito, já reparou que a preocupação do PS e de Susana Amador se prende unicamente com a crítica ao Governo.

Se nos interrogarmos sobre as razões desta atitude, poderemos ser levados a concluir que este facto poderá ter como base várias factores, desde da forma como o Governo está a gerir os destinos do País, até ao facto de querer ser solidária com os seus pares socialistas do Largo do Rato no sentido de denegrir o trabalho de PSD e CDS.

Ambos os factores são legítimos no regime democrático em que vivemos, mas a questão que coloco é se os Odivelenses nos querem nos órgãos de política local para debater o que o Governo faz e/ou não faz, o que já é feito na Assembleia da República e em inúmeros órgão de informação, ou se nos elegem para trabalhar e tratar de assuntos da gestão municipal.

Para mim não me resta qualquer dúvida, estou na Assembleia Municipal, não para debater por sistema as medidas do Governo, mas sim para trabalhar pela melhoria da qualidade de vida em Odivelas.

A grande verdade, é que no meu entender a principal razão para esta atitude de Susana Amador não é nenhuma das que acima enunciei, o que pretende a Presidente de Câmara é esconder e desviar as atenções do profundo desastre que tem sido a sua governação ao longo dos últimos oito anos.

Não lhe interessa discutir a manifesta falta de estratégia, a qual promove medidas avulso, como o consequente desperdício de verbas; não lhe interessa explicar que um Pavilhão que mandou fazer e que custa à Câmara Municipal 145.000 euros por mês está a ser alugado ao Sporting por 10.000 (água, luz e limpeza incluída); não lhe interessa falar sobre o facto de já ter gasto só neste mandato mais de 700.000 euros com escritórios de advogados quando tem 41 juristas nos quadros da Câmara; não lhe interessa falar do Parque Tecnológico de Famões, o qual ainda não saiu do papel; não lhe interessa falar do abandono a que vetou os comerciantes; não lhe interessa falar das questões de segurança; não lhe interessa falar da limpeza e dos problemas relacionados com os constantes cortes de águas; não lhe interessa falar sobre a retirada de pelouros ao Vereador de Hugo Martins; etc., etc.. Enfim, não lhe interessa falar em nada que esteja relacionado com questões municipais.

Rave Party em Odivelas?

Disse ontem, com razão, o Ministro Álvaro Santos Pereira que o País se encontra infelizmente a pagar a factura da festa socialista. Acrescento eu, é pena que em Odivelas estejamos a assistir a algo parecido com um "after-hours", ou com a uma "rave party". 




12.10.12

Odivelas - Só o desnorte o explica.

Só o desnorte completo e a enorme necessidade de desviar as atenções para tudo o que de mau está a acontecer no concelho de Odivelas, é que pode explicar o facto de na Assembleia Municipal, todos os elementos do PS, quase só falarem do Governo de Portugal.

Porque estamos num órgão autárquico, faz no meu entender mais sentido que se fale de política local.