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11.6.13

Papa Francisco e a interveção na vida política.

Bom Dia!

Muitas vezes pessoas bem próximas perguntam-me várias vezes o porquê de estar na Política, o porquê de me ter metido nisto. Naturalmente que sem o brilhantismo, sem a profundidade e sem a clarividência do Papa Francisco, tenho dado mais ou menos esta explicação - temos que estar de Boa-Fé e não nos podemos demitir de dar o nosso contributo.

Esta intervenção é simultaneamente um alerta, um apelo e um encorajamento, é fantástica.

Obrigado.

31.10.12

Bem Visto!

"Hoje no debate do Orçamento o Ministro Gaspar anunciou que se o aumento enorme de impostos não der os resultados esperados em termos de receita, o Governo tem um plano B de redução de mais 893 milhões de euros para assegurar o cumprimento das metas.


Pergunto, então se já estão já identificados possíveis cortes na despesa de mais 893 milhões de euros na despesa porque não cortar já e aliviar o aumento de impostos nos tais 893 milhões de euros ???"


Pedro Pestana Basto



15.10.12

Pensamento do Dia.

PS diz-se contra mais impostos, eu também sou, mas grande verdade, é que sempre que se tenta cortar nos custos, um cêntimo que seja, ou meia dúzia de lugares, cai o Carmo e a Trindade.

Mesmo o PSD tem muita dificuldade em mexer-se neste meio, como aliás aqui se prova, porque quase sempre que há cortes na máquina ligada ao Estado, isso implica cortes em muitos dos deles.

7.7.12

Dois mais dois, igual a quatro.

De certa forma este texto, "Odivelas à beira de um tsunami económico", o qual é baseado na quebra da receita proveniente da Derrama em Odivelas, cerca de 60%, e porque certamente não é caso isolado no País, reforça o post que escrevi sobre a decisão do Tribunal Constitucional.

6.7.12

Corte de subsídios para o sector privado?



Fala-se hoje que para contornar a questão da constitucionalidade do corte nos subsídios da função pública, Passos Coelho e o governo poderá estar a ponderar cortar também aos privados. A questão pode ser pertinente, eu até percebo que os funcionários públicos possam estar a sentir-se discriminados, mas a minha questão é simples.

Quantos pessoas no sector privado viram este ano e nos últimos a sua remuneração mensal e/ou anual diminuída, quantos vão ser os que este ano não vão receber os seus subsídios (férias e/ou natal) mesmo sem decreto governamental, quantos têm neste momento o salário em atraso, quantos têm o seu posto de trabalho em perigo?

Tudo isto, mesmo sem decreto, está a acontecer em milhares de PME’s. Não porque as empresas o queiram ou tenham vontade, não porque os trabalhadores gostem, mas porque empresas e trabalhadores estão juntos a tentar salvar o que têm e o que hoje ainda lhes garante a subsistência. O sector privado está a caminhar num arame muito estreito e se o Governo vier a tomar esta medida, isso significará uma tempestade muito forte para toda essa gente e muitos dos que estão a caminhar nesse arame, empresários e trabalhadores, acabarão por tombar.

29.6.12

Reforma Autárquica.

Hoje na Assembleia Municipal voltámos a discutir a reforma autártica e de facto entendo que este é um assunto que merece ser aprofundada. Em Odivelas, tal como já sugeri, deveria ser feito um estudo sério para apurar qual o mapa que faria mais sentido para o concelho, mas infelizmente, quanto mais oiço falar deste assunto nos circulos políticos e as "bocas" que são ditas, mais me convenço que o que está em causa são os números de lugares e o estatuto que isso confere a quem os exerce.

18.6.12

Navegando em mar de Tu-Barão

Há pouco fui navegar aos mares do meu amigo Barão, coisa que faço com assiduidade e com muito prazer.

As reacções ao que por lá vejo são distintas. Ainda agora, ao ver os seus últimos posts confirmei isso mesmo:

- Começo para lhe sugeria para não solicitar mais tempo de antena para o Rui Santos, pois se já não o consigo ouvir a falar de futebol, imaginem ter que apanhar com ele a falar também de política.

- Socialista, um novo ciclo na Europa? Talvez e ainda mais preocupante. Eu diria, um novo ciclo em França, não te lembras o que fez Zapatero à Espanha, Sócrates a Portugal e o que está a fazer Susana Amador a Odivelas?

- Felicidades, devia ter começado por este, mais que não fosse para agradecer a simpatia, mas comecei a escrever do avesso, às vezes acontece. Pese o facto de ainda não ter sido eleito, mas neste caso até há vencedor antecipado, coisas de lista única, agradeço na mesma. Acrescento que também eu, até porque simpatizo com o Hugo Martins, lhe desejo as melhores felicidades em vários campos, mas não na política em Odivelas, é porque não poderemos ser os dois felizes em simultâneo.

Um abraço

5.2.12

Carnaval - A minha proposta.




Na minha opinião os feriados são para assinalar e/ou comemorar determinados acontecimentos, quer sejam eles históricos ou religiosos e não um devem ser vistos como um dia de férias extra.

Já por diversas vezes afirmei que sou da opinião que seria preferível cortar alguns feriados e substitui-los por exemplo pela data do aniversário, isto porque há feriados que ninguém ou quase ninguém comemora e o dia dos anos, salvo algumas excepções, todos gostam de comemorar. Até vou mais longe, também não vejo inconveniente que quem tenha filhos menores, tenha direito a tolerância de ponto nas datas em que eles fazem anos.

Resumindo, entendo que os feriados podem e devem existir, mas têm que ter um significado e não se devem resumir a um dia de férias extra.

Falando do Carnaval, embora hoje em dia não seja uma festividade que me diga muito, a verdade é que é uma data que muitos, sobretudo as crianças, gostam de assinalar e festejar. Embora seja apenas tolerância de ponto, a verdade é que é percepcionada por todos com um feriado, a qual ainda por cima, porque é sempre a uma terça-feira, origina que muitos "façam ponte".

Assim penso que a melhor solução seria passar o Carnaval para uma segunda-feira e fazer desse dia um feriado nacional. Esta seria a alteração mais equilibrada, continuavamos a festejar o Carnaval, não se tirava nenhum dia de feriado/férias a ninguém e o País ganhava um dia de produção, aquele em que quase todos fazem ponte.

26.1.12

OdivelasViva custa 1,6 milhões por ano

OdivelasViva custa pelo menos 408 mil euros trimestrais à Câmara de Odivelas. E ainda falta conhecer se esta verba inclui os montantes relativos à quota que o Município detém naquela empresa para pagar a prestação mensal do empréstimo de 22,5 milhões de euros contraídos para a construção do pavilhão Multiusos e a escola dos Apréstimos na freguesia da Ramada.


O Vereador Paulo Aido voltou a questionar a Presidente da Câmara Municipal de Odivelas sobre as despesas da autarquia com a empresa publico-privada OdivelasViva, precisando: “Se os 408.212 euros pagos trimestralmente são os únicos encargos resultantes da posição accionista do Município na empresa. E se este valor que traduz 1,6 milhões de euros anuais, inclui o pagamento da percentagem devida à Câmara relativamente aos encargos decorrentes do empréstimo de 22,6 milhões de euros, a vigorar pelo prazo de 24 anos”.


Na reunião do Executivo da Câmara, realizada ontem, o autarca perguntou ainda pelo número de anos a que haverá lugar ao pagamento das prestações trimestrais e pela previsão do valor destas quotas a pagar até ao final de 2013, relembrando que importa conhecer a relação das receitas e das despesas decorrentes da actividade do pavilhão Multiusos e da Escola dos Apréstimos.


“Também pretendo conhecer – adiantou Paulo Aido – a relação de outros encargos directos, além da prestação trimestral, para a Câmara Municipal de Odivelas inerentes ao funcionamento dos dois equipamentos construídos pela OdivelasViva que tenham sido feitos ou que se prevejam realizar”.



Testemunhas de Jeová pagam mais que Xutos & Pontapés


O Vereador Independente voltou a manifestar-se contra a gestão avulsa do pavilhão Multiusos porque “não encerra nenhuma regra e isso, agora, fica mais uma vez demonstrado com a cedência do equipamento às Testemunhas de Jeová que terão de pagar 3.500 euros para a sua reunião que durará dois dias, enquanto que para o concerto dos Xutos & Pontapés o pavilhão foi cedido por 2.600 euros”.


Paulo Aido explicou: ”As Testemunhas de Jeová são uma instituição sem fins lucrativos que desenvolvem uma importante actividade de apoio social e pagam mais que os promotores de um concerto que teve receita de bilheteira, certamente, acima dos 120 mil euros e dispuseram das instalações por 4 dias. Este é um critério naturalmente injusto, tanto mais que, se é certo que os Xutos & Pontapés são mediáticos, também não será menos verdade que este encontro religioso será notícia em todos os Órgão de Comunicação Social”.

25.1.12

“Há vida para além do deficit”

Estas foram palavras proferidas por Jorge Sampaio quando era Presidente da República e Manuel Ferreira Leite era Ministra das Finanças.

Na altura foi muito comentada e também foi música que suou bem aos ouvidos de muita boa gente. Estava aberta a guerra a uma política de contenção, a qual poderia ter evitado que chegássemos a este ponto. Com esta afirmação Jorge Sampaio começou a abrir alas, não para o Noddy, mas para que mais tarde Sócrates se tornasse Primeiro-Ministro.

O que sua eminência não disse e o que muitos não quiseram ver, foi qual era vida que havia para além do deficit, mas começa a estar à vista.

21.1.12

Informalidades

Após período de Natal e do Ano Novo o Informalidades regressou, o último programa, o qual foi gravado na passada quarta-feira, já está disponível. O tema principal foi as Actividades Económicas com especial evidencia para as feiras e mercados.

Para ver esta tertúlia clique aqui.





20.1.12

Odivelas: Judiciária visitou a Câmara Municipal.

Depois da Inspecção do IGAL, cujo as consequências da mesma ainda todos estamos para conhecer, pois pelo que consta e tal como eu previa foram detectadas algumas irregularidades relevantes, agora foi a vez da Polícia Judiciária entrar em acção.

Segundo consta na notícia que hoje vem a público, esta visita está relacionada com obras fantasmas e Parcerias Público Privadas, pelo que deduzo que a “curiosidade” em Odivelas poderá dizer respeito ao Pavilhão Multiusos e ao Odivelas Viva.

14.1.12

Será que dará o exemplo?

Depois de ter sido pressionada pelos vários partidos (PS, PSD e CDS) parece que o Banco de Portugal está agora a recuar na questão do pagamento dos subsídios de férias e do décimo terceiro mês. Segundo as informações de há momentos estes dois subsídios ou montantes equivalentes deixarão de ser liquidados aos administradores e aos funcionários.

Falta ainda saber o que vai acontecer aos pensionistas, mas sabendo nós que Cavaco é um deles, não espero outra atitude, caso os venha a receber, que não seja a devolução ou a entrega dessa quantia a alguma ou algumas instituições de Solidariedade Social.

11.1.12

Será que foi impressão minha?

Ontem na SIC Noticias, o qual tem agora um programa "Contra Corrente", o qual contou com um bom painel, fiquei, vá lá saber-se porquê, com a ideia que a Dr.ªManuela Ferreira Leite nunca foi Ministra das Finanças.
Será um ataque de amnésia em relação ao trabalho que fez enquanto desempenhou essa função, será alguma azia por ver Pedro Passos Coelho a Primeiro-Ministro ou será impressão minha?

9.1.12

Portos: E vai mais uma greve.



Porto de Lisboa


Mais uma daquelas greves, na qual apenas umas centenas de pessoas podem provocar o prejuízo a milhões e ajudar a colocar em causa os esforço de todo uma nação.

Pelo que conheço da actividade portuária sei bem que estes senhores estão longe de ser os que mais sofrem e os que pior passam em Portugal, mas como escreveu este fim-de-semana o Miguel Sousa Tavares no Expresso,”como sabem da importância estratégica do seu sector, em vez de utilizarem a greve como último recuso, utilizam-na logo como base de partida para as suas reivindicações”.

3.1.12

Dia Munidial da Paz - Entrevista a Adriano Moreira

A propósito da questão de Soares dos Santos.

Para além de todos nós como um todo, sobretudo a classe média, há 3 sub-grupos que na minha opinião são os grandes clientes/contribuidores do estado português, os quais por incrível que pareça são sempre mal tratados e até "perseguidos": os fumadores, os condutores e os pequenos e médios empresários.

Deixando para lá a questão dos fumadores, porque já sei que é polémica, e deixando para outra altura a dos carros/condutores, espero que com o exemplo dado hoje por Alexandre Soares dos Santos, o Estado e este governo comecem de uma vez por todas a valorizar e a apoiar mais as PME's.

Para além de serem elas o maior empregador do país e o maior gerador de riqueza, são também elas as que têm mais dificuldades de entrar nestes esquemas e mesmo que uma ou outra o consiga fazer, ou mesmo várias, a verdade é que não se corre o risco de ao mesmo tempo levar um rombo destes.